Sabermídia











O princípio do infoativismo:

30/11/2009 por jandirafeijo

Silvio Mieli: professor de mídiartivismo da PUC-SP em entrevista

Filipe Serrano / Link / Estadão

Para o professor Silvio Mieli, do departamento de jornalismo da PUC-SP, os protestos de Seattle foram essenciais para criar um novo papel da internet. Mas, em entrevista ao Link pelo telefone, criticou a incorporação do modelo.

O que Seattle marcou para o ativismo pela internet?

Se o Zapatismo foi a primeira insurreição contra a ordem mundial dos anos 1990, a Batalha de Seattle, em 1999, foi a primeira insurreição contra o monopólio midiático. Foi a primeira vez que se organizou um coletivo para cobrir o evento, descarregando as fotografias e os textos dos protestos diretamente na internet. Não foi apenas uma experiência política, foi uma das primeiras experiências mundiais desse tipo de uso da tecnologia. Depois o blog iria se popularizar. Tudo isso estava em Seattle. Foi um ponto de mutação.

O jornalismo colaborativo ou cidadão nasceu ali?

Como poucas vezes tivemos na história, os jovens de Seattle, que fuçavam na tecnologia, tiveram um papel importante para rapidamente colocar o conteúdo na internet. Nasceu um conceito do imediatismo, de eliminar intermediários. Era preciso facilitar o acesso das pessoas às informações. Agora, houve uma adaptação a esse modelo. Entramos num capitalismo imaterial em que nos tornamos consumidores-produtores e alimentamos uma rede gigantesca. Devemos olhar as redes sociais com mais cuidado. É preciso resgatar a ideia de construir e articular redes que possam de fato mobilizar as pessoas.

Uma década de ativismo 2.0

Durante os protestos contra a OMC, há dez anos, Indymedia transformava a autopublicação em causa política

Existiu uma época – sem YouTube, Flickr, Wikipédia, blogs ou qualquer ferramenta de autopublicação – em que colocar seu relato na internet era muito mais um ato de protesto do que qualquer outra coisa. Uma época em que se buscava uma nova forma de comunicação, mais livre de intermediários.

Toda a ideia de jornalismo cidadão, que inspirou o desenvolvimento de plataformas de publicação na web, tomou forma há 10 anos, em 30 de novembro de 1999, durante os protestos em Seattle contra a reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC – ou WTO, na sigla em inglês), que daria início à rodada do milênio, para negociar maior abertura do comércio mundial.

Ao menos 40 mil pessoas, entre elas ativistas, membros de ONGs, sindicalistas, ambientalistas e anarquistas, reunidos sob uma organização descentralizada chamada de Direct Action Network (DAN), tomaram as ruas do centro de Seattle e furaram o bloqueio em torno do local onde a reunião acontecia. A manifestação ficou conhecida como N30 ou a Batalha de Seattle.

Foi lá, durante os protestos, que os participantes começaram a usar as tecnologias para mostrar o que estava acontecendo nas manifestações – não só para se organizar, mas para interagir com ativistas de todo o mundo que não estavam lá. Eles usavam uma improvisada rede de comunicação, com celulares, rádios, notebooks e modems conectados à web, para publicar imagens e relatos sobre os protestos.

“Seattle foi a primeira grande explosão de protestos por uma justiça global. E juntou muitas pessoas de diversos movimentos, com diferentes ideias do que era necessário mudar no mundo”, diz Margaret Levi, professora do departamento de ciência política da Universidade de Washington e responsável por um projeto de resgatar a história dos protestos em Seattle.

Entre os envolvidos, surgia o coletivo Indymedia, um grupo de ativistas que se reuniu para fazer uma cobertura jornalística alternativa dos protestos em Seattle. No Brasil é conhecido como Centro de Mídia Independente (CMI).

Para cobrir os protestos de junho de 1999, durante o encontro do G8, em Colônia, na Alemanha, o embrião do Indymedia usou uma ferramenta de publicação, um tipo de blog coletivo, criado alguns meses antes por um grupo da Austrália.

Desenvolvido para ser um mecanismo que desse voz a cada manifestante presente nos protestos, o site permitia já naquela época uma cobertura em tempo real da manifestação em Seattle, em texto, áudio e vídeos. Cinco documentários ainda foram produzidos pelo Centro de Mídia Independente de Seattle.

“As pessoas tiravam fotos, colocavam depoimentos, publicavam sua opinião sobre que estava sendo discutido, no caso, na rodada do milênio da OMC”, diz Pablo Ortellado, um dos fundadores do CMI no Brasil, criado quatro meses depois de Seattle. “Muitos grupos dos EUA se interessaram pela ferramenta do Indymedia. Mas, como era aberta, ela era muito mais usada pelos manifestantes individuais do que por revistas e veículos alternativos”, continua.

O site do Indymedia teve mais de 1 milhão de acessos durante o lançamento, no N30, o que sobrecarregou os servidores. “Foi aí que incorporamos a autopublicação como essência do site. Do ponto de vista da web 2.0, era um projeto totalmente radical. Se você for ver, os blogs foram continuação disso. Não é a toa que o YouTube, o Twitter, o Craiglist saíram de desenvolvedores que fizeram parte do Indymedia. O Twitter foi criado para ser usado em manifestações”, diz Ortellado.

Hoje o YouTube faz campanhas por vídeos que defendam a liberdade de expressão no mundo todo; o Twitter serve como troca de informações durante os protestos no Irã; blogueiros palestinos relatam abusos, entre outros exemplos que têm ocorrido nos últimos anos.

Há muitas críticas à incorporação das ideias do Indymedia por sites comerciais, principalmente quanto à privacidade dos usuários, às limitações impostas e à necessidade de gerar lucro e publicidade.

De qualquer maneira, a partir do Indymedia e de Seattle, surgiram muitos outros projetos que procuram dar voz na internet a grupos de pessoas que antes não tinham como expressar suas opiniões ou relatar o que veem e vivem em suas comunidades.

“A tecnologia foi importante para planejar os processos e para trocar informações depois dos protestos. Muito mudou nestes 10 anos. Ainda vejo muitas demonstrações políticas, mas elas são feitas de outra forma. Vemos que há grupos menores, mais comprometidos, não só se mobilizando em protestos, mas realmente trabalhando para mudar o mundo”, diz a professora Margaret Levi.

Foto: Manifestantes penduraram bandeiras em um guindaste para protestar contra reunião da OMC

fonte: http://jandirafeijo.wordpress.com/2009/11/30/a-batalha-de-seattle-ainda-nao-terminou/

Anúncios


Participação colaborativa do Capi (Bruno Neira) no Barcamp’arte livre postado no blog coletivo durante o Campus Party 2009

elementos para uma teologia pirata 0.1a

#1
existe miséria. e porque ela existe, e somos privados do mundo que a publicidade promete, todo consumo é uma conquista, todo canal livre é uma regalia. puxa, como é bom assistir novela em p2p. não pagar nada para ouvir o hit do momento. usar outro sistema operacional fechado e contrabandeado. pequenas alegrias, funcionam como anti-depressivos e radiofreqüência: nos mantém em nosso lugar. este é o jeito que o mundo é, onde existe uma chance de termos, e uma boa chance de não termos.
não existe miséria. o mundo inteiro é nosso, logo de início, se não cairmos em mãos erradas. a pirataria, os furtos, as caronas, o software livre, as orgias, as carícias, todo canal livre para pensar, sentir e viver deve servir para nos acostumar à idéia: o mundo é nosso. não comemos dinheiro, como não recebemos dele amor. precisamos antes de comida e companhia e se procurarmos, os encontraremos mais facilmente que o dinheiro. livres, procurando o que precisamos, em breve perceberemos: não queremos esse consumo. nos faz infeliz o ritmo de renovação da moda, da tecnologia, da música e dança. nos faz infeliz a publicidade que rejeita nossa sexualidade, nossa alimentação, nossa colaboração, nossa experimentação; embora venda algo que maquia de erotismo, satisfação, companhia e inovação.
se não precisassemos mais trabalhar, viveriamos breves férias. depois saíriamos para fazer algo. igualmente, se não tivermos nosso caminho obstruído com relação a representação do mundo, a descobririamos. e depois de desmascará-la, nos ocupariamos de criar algo para nós mesmos.

#2
no desenho do mundo ao nosso redor está a história do que se experimentou e o desejo do que poderia ser. se isto é evidente no software livre, deveria ser ainda mais explicito em nossos artefatos cotidianos. a bicicleta evoluiu atendendo aos ciclistas e bicicleteiros, mas o modelo de hoje está longe do ideal. a publicidade entrou no meio da produção, e o que é popular hoje nos faz andar curvados e ameaça nossa fertilidade. não devemos temer a bicicleta e preferir o carro (talvez essa seja a mensagem do desenho atual): devemos redesenhar nossa bicicleta (talvez esta seja a verdadeira mensagem do desenho atual).
em tradições e expectativas, tudo ao nosso redor é digno de atenção. re-desenhar é urgente e gostoso, é semente para as comunidades mais intensamente conectadas. mas não queremos profissionalização, apenas criatividade. criar é hackear, é pensar algo novo, testar, sentir e decidir. profissionalizar é consumir a criação, não diferir, seguir um modelo e ajustá-lo ao mercado. esqueçam, se possível. o novo desenho não se pode escravizar. não componhamos músicas para vender, ou mesmo para ouvir. componhamos para tocar, seja esta nossa estética. os ouvidos todos existem.
criar traz às novas expectativas um lugar no mundo. traz também a possibilidade de um novo mercado, de uma nova indústria, de um novo modelo de propriedade, privação e consumo. não nos iludamos, tudo isto é mais do mesmo. o capitalismo é sim o mesmo esqueleto de sempre, tão velho quanto o desejo de lucrar. mas ainda mais velho que este desejo é O desejo e A revolta. desejamos desde que nascemos, nos revoltamos assim que percebemos. deixemos de lado o mercado e suas drogas, e tratemos de novo disto que nos compõe.

#3
nem tudo o que fazemos é óbvio, embora seja assim que orientamos todo nosso plano de vida. é claro que desejamos estudar, nos formar, trabalhar, ganhar bem, constituir familia, envelhecer, morrer o mais tarde possível. não apenas é tudo mentira, como nos custa caro, abandonar os sonhos, as utopias e cosmogonias, toda nossa filosofia, em troca de uns trocados, um espaço na engrenagem do mundo, e a certeza de que seremos substituídos um dia pelos próximos.
tenha horror ao óbvio. arrepie-se diante da agenda previsível. então assuste-se com a representação do mundo. revolte-se com as mulheres da publicidade, com os cheiros que a televisão vende, com os grandes feitos do cinema. as músicas e filmes de guerra dizem o que? somos pacifistas, porque é tão gostoso este material? ou não é? é desejar algo intenso o que nos faz ver intensidade neste material. é desejarnos representados que nos faz ver representação alguma em tudo isto que consumimos. é ilusão, só vamos estar representados em nossa representação. só nos fará intensos a nossa realização intensa.
a realização se dá na resposta às tradições e às expectativas. não somos artefatos, mas tampouco estamos acima de nossa natureza. somos parte feitor, parte feitos. parte hard, parte soft, somos ciborgues a partir do momento que percebemos, embora aceitemos e processemos ordens desde sempre. o que há de se aceitar é que somos parte do que nos cerca, e tudo que tomamos para nós nos compõe também. mas não há de se aceitar nada nisso: redesenhar o que nos cerca e o que tomamos para nós é urgente. precisamos ser para além de nosso espaço-corpo. não queremos ser felizes sozinhos.

#4
redesenhar e criar são parte do esforço intenso de abandonar a representação do mundo, rumo a uma liberdade desejada, expressiva da nossa humanidade, que não se compromete à representação porque é vida em si mesmo, não promete mais nada a ninguém. e embora seja desta qualidade, exige um esforço compreensivo, de toda diferença, de toda diversidade, que se entenda a ponto de se tolerar (o discurso pequeno), a ponto de se amar (o verdadeiro discurso), a ponto de colaborar e tecer entre si os caminhos para realizar-se, resistindo às promessas da representação, algo autônomo, local e temporário, mas também significativo para todo esforço. sejamos nossa própria tradição nestas realizações, façamos do nosso desejo e revolta a nossa expectativa. tudo isto é fazer do mundo (e não de sua representação) algo vivo, algo que possamos amar. tudo o mais é fetiche, é amar algo que não vive, é dedicar-se a nada.
para costurar esta rede que é primeiro de sonho, desejo e revolta, mas então também é de resistência, para costurá-la é necessário acreditar e espalhar a crença. de que outro mundo é possível, que existe, e é preciso expressá-lo na experiência imediata da vida. em tudo que somos oprimidos é fácil imaginar esta vida: expressar nossa sexualidade em paz, assumir nossa etnia sem medo, saciar nossa fome e cantar algo que faça sentido para nosso coração. em tudo o mais, fará sentido conforme experimentemos – é possivel amar e manter nossas casas limpas.
para abandonar o trabalho, as tarefas forçadas, as obrigações todas, é urgente uma educação social, que se orienta a liberdade inclusive espiritual, que seja radical em nunca esquecer o desejo, e em realizar a revolta abandonando a representação. tão radical que não tenha lugar na representação do mundo, e ainda assim a amedronte a ponto de ceder espaço. onde quer que esteja o educador radical, com apenas o cheiro da revolta, é possível multiplicar. é possível atender o desejo na liberdade criativa, realizar o ato de revolta e multiplicar a educação social radical na forma de sonho. trata-se antes de vida que de um projeto de partido.
é mais, é só um ponto de partida. o desejo, a revolta e o sonho todos já conhecemos, e dispensam nomes.



{janeiro 9, 2010}   O Objetivo é o Subjetivo

Artigo publicado na Revista Escrita da ONG Guatá Cultura em Movimento de Fóz do Iguaçú:

por Alissa Gottfried

O limite entre o que somos o que queremos ser e o que querem que sejamos se configura com um mecanismo das relações de poder.”

Trecho do texto de Tininha Llanos Artistas e piratas, hackers e cidadãos comuns, cientistas e imperadores #

Repensar os modos de vida hoje é quase proibido. A liberdade é quase uma utopia e o quase é o que nos salva da robotização para o consumo. Nossos sentidos acostumados às “drogas” dificultam-nos de ver o que está por trás do anúncio publicitário. Assim como, desde criança somos ensinados a comer açúcar e apanhar quando fazemos arte, crescermos nos acostumando à banalização da vida: propaganda da indústria do mercado do comércio do consumo do fetiche.

O circuíto midiático crescente e passa a ter tanto poder e alcance que quase engole espaços como a escola, o correio e as lojas de discos. Mas um sistema normatizante age contra a perda do controle. Com a propriedade intelectual considera-se que as idéias são como objetos que devem ter um dono. Apartir dessa norma um debate imenso confronta o sistema que regula a apropriação das idéias. Enquanto isso surgem ações que invertem a lógica como o Movimento Software Livre.

Este movimento propõe a colaboração onde cada um soma seu conhecimento ao conhecimento do grupo desenvolvendo softwares que tem seus códicos abertos, ou seja, você pode saber como o software foi desenvolvido, pode usá-lo, melhorá-lo e devolvê-lo melhorado à comunidade que o disponibilizou. Isso numa dinâmica colaborativa que liberta as idéias pois impossibilita a apropriação e dependência que os donos do conhecimento detinham.

Com a implosão da mídia-digital controlar a distribuição de conhecimento, música e vídeo ,se torna um problema para quem, até então, mantinha os poderes de cópia, que na maioria das vezes nem era do próprio autor, mas sim das editoras e gravadoras. Isso pode ser considerado a mais valia artística já que artistas e autores recebiam em torno de 1 a 3% do valor da venda de discos e livros. Por muitos anos isso funcionou até que os próprios artistas começam a produzir suas obras e disponibilizam seus conteúdos na internet como no Movimento Música para Baixar.

Exemplos como esse representam a resistência criativa e inteligente que possibilita a liberdade enquanto ação em prol da colaboração e não só da competitividade do capitalismo selvagem. Resistir com criatividade é um objetivo que me tornou educadora popular e usuária 100% software livre. Já que a educação formal incluindo as universides na maioria das vezes ainda reproduzem um sistema de poder desigual que não está voltada a desenvolver a dignidade e o pensamento crítico e criativo passei a estudar e trabalhar em projetos sociais que proponham ações pela autonomia como no Pontão Minuano onde desenvolvemos cursos de áudio, metareciclagem, vídeo, arte gráfica e comunicação com software livre para que as pessoas e pontos de cultura possam produzir e publicar seus próprios conteúdos sem precisar comprar ou piratear softwares proprietários. Entendo com esse trabalho que o empreendedorismo social e cultural é uma alternativa para difundir a cultura brasileira onde as comunidades podem se desenvolver com mais dignidade e auto-estima.

Precisamos saber que condições temos para sermos quem queremos ser e o quanto a democratização da comunicação se torna uma extensão ou a reconstrução da identidade coletiva. Minha indignação contra a indignidade humana Também reconstrói minha identidade. Pela arte colaborativa de sermos nós mesmos.

______________________

# Você pode ler esse texto no link do livro livre: Apropriações Tenológicas – http://blogs.cultura.gov.br/cultura_digital/tag/apropriacoes-tecnologicas/

Alissa Gottfried é artivista, blogueira e educadora de arte gráfica e comunicação no Pontão de Cultura Digital Minuano em Porto Alegre.

fonte: http://www.guata.com.br/Tirando%20de%20letra/B090601TL_o_objetivo_e_o_subjetivo_alissa_gottfried.html

Publicado também no blog do Musica para Baixar: http://musicaparabaixar.org.br/?p=603



O autor Richard Barbrook, em parceria com des).(centro e editora peirópolis, lança seu primeiro trabalho literário no Brasil. Futuros Imaginários demonstra como a política influenciou a forma pela qual a Internet é controlada atualmente e faz um chamado a todos que estão ciber-conectados a usar spanesta poderosa ferramenta para apropriar-se de políticas revolucionárias, e criar um futuro mais positivo. Dr. Richard Barbrook investiga os primórdios da Internet, e começa por um ponto central que foi a Feira Mundial de Nova York em 1964, no que, de acordo com os críticos é a melhor pesquisa e mais original avaliação da cibertecnologia entre todos os trabalhos contemporâneos. Ele demonstra como os líderes dos negócios e os líderes ideológicos aplicaram uma visão cuidadosamente orquestrada de um futuro imaginário, no qual os robôs lavariam as louças, iriam trabalhar e pensariam por nós. Com os Estados Unidos na vanguarda destas promessas, Barbrook mostra como forças ideológicas juntaram-se para desenvolver novas tecnologias da informação durante a era da Guerra Fria e como o que foi criado moldou historicamente a Internet moderna, com consequências políticas intencionadas. site do projeto

http://futurosimaginarios.midiatatica.info/futuros_imaginarios.pdf

http://futurosimaginarios.midiatatica.info/CAPA_FUTUROS_FINAL.pdf

http://futurosimaginarios.midiatatica.info



{janeiro 4, 2010}   Tutorial básico de GIMP

Elaborei um novo tutorial básico de GIMP para o Curso:

– Tecnologia da Informação: Computação e comunicação, Softwar Livre no Sopapo, que será ministrado em parceria com a educadora popular Vânia Pierozan durante os primeiros 3 meses de 2010 no Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo em Porto Alegre.

Mais informações acesse o blog do ponto:

http://quilombodosopapo.blogspot.com/

Clique aqui para fazer download do tutorial básico de GIMP



et cetera