Sabermídia











O ciclo de desenvolvimento de Apps e Games para iOS melhorou um bocado. Os custos abaixaram um pouco e o tempo de desenvolvimento também. Entretanto, um projeto para entrar na App Store passa por um bom crivo, ainda não é algo exatamente simples e barato, o pente fino é fino mesmo e a regra de controle não alivia para ninguém. Mas, às vezes…

 

Essa história fala sobre um stunt digno de nota dentro da Apple Store e os créditos (ou débitos) vão para os caboclos da Molleindustria, uma house Italiana que desenvolve games a partir de uma ideologia, digamos, curiosa e – como poderão ver – bem cascuda.

A filosofia dessa turma é assinada por uma mensagem que expressa claramente a meta por trás dos games que desenvolvem: “Jogos radicais contra a ditadura do entretenimento”. Ou simplesmente, se você preferir, “nós amamos easter eggs”.

Infelizmente, não deu para baixar o Phone Story para iOS, embora ele já esteja disponível para Android também. A peça foi arrancada às pressas da App Store apenas sete horas após ter sido aprovada, quando alguém notaria que a besteira já estava feita. E como diria um cumpadre, enquanto tapavam o buraco no casco, o DiCaprio já estava pegando a Rose.

O game é uma descarada anti-apologia ao iPhone, cujo enredo parte de nada mais nada menos que os suicídios envolvendo a FoxConn. É “um game educacional sobre o lado negro do seu smartphone preferido!”. Ouch!

As historietas do game se baseiam nas seguintes missões:

Coltan Mining – onde você deve obrigar mineradores a continuarem trabalhando com a ajuda de guardas armados;

 

Coltan

 

Suicides – sua missão é salvar quantos funcionários suicidas da FoxConn você puder,  à medida que eles vão saltando para a morte das janelas da fábrica;

Suicides

Obsolescence – sua meta é colocar o máximo de clientes enlouquecidos da Apple para dentro da loja no momento de mais um lançamento; e o

Obscolescence

eWaste – o objetivo é passar aos operários a maior quantidade de componentes eletrônicos para o descarte, em um ambiente altamente periculoso.

Ewaste

Em uma lujinha tão pouco conhecida quanto a App Store, sete horas podem significar um bocado de downloads. De qualquer forma, o aplicativo para Android, a página dedicada do game na rede e as inúmeras inserções na mídia renderam com certeza o êxito desejado com a missão canibal, suicida e também de protesto dos desenvolvedores.

Nas entre-linhas, subjaz um tipo de impacto duplamente embaraçoso para a Apple. Ao remover rapidamente o aplicativo da sua loja, ela já foi imediatamente re-taxada como controladora, censuradora e o diabo a quatro.

Se o deixasse por lá seria pior ainda, pois ela anuiria com o conteúdo do game em si, que explora todos aqueles assuntos que a Apple gastou imensas quantidades de energia em repelir.

Ou seja, duplo touché. Que maldade.

fonte:

http://meiobit.com/91577/phone-story-e-banido-da-app-store-em-apenas-7-horas-disponivel-para-android/

 



Debate, arte e informação: programação completa do fórum disponível no blog


Construída de forma participativa, a grade do evento divide-se em cinco frentes: Seminário Internacional CulturaDigital.br,
Experiências da Cultura Digital, Arena da Cultura Digital, Redes da Cultura Digital e Oficinas
A programação detalhada do II Fórum da Cultura Digital Brasileira, que acontece entre os dias 14 e 17 de novembro, na Cinemateca Brasileira, já está disponível para consulta no blog do evento (http://culturadigital.br/forum2010/), com informações e links sobre as experiências e os convidados.  A grade de atrações do fórum foi construída de forma participativa a partir de cinco atividades: Seminário Internacional CulturaDigital.br, Experiências da Cultura Digital, Arena da Cultura Digital, Redes da Cultura Digital, Deck e Oficinas. O evento é gratuito e as inscrições serão feitas no local.
Durante 17 dias, mais de 100 sugestões foram encaminhadas e incorporadas à programação. Além de seminários, debates e oficinas, o evento contará com música, exposições e intervenções artísticas. O show de abertura do fórum, que acontece no palco do Auditório Ibirapuera, na noite de 14 de novembro, será especial: FUTURÍVEL reunirá no mesmo palco Gilberto GilMacaco BongBanda de Pife Princesa do AgresteVJ Scan DJ Tudo e Sua Gente de Todo Lugar.
Entre os participantes confirmados para este ano estão John Perry Barlow, fundador da Electronic Frontier Foundation; Jean-Pierre Gorin, criador do influente grupo de cineastas Dziga Vertov; Bob Stein, diretor do Institute for the Future of the Book; e Vicent Moon,cineasta independente e criador do blog La Blogothèque.
Coordenado pela Casa de Cultura Digital e pelo Ministério da Cultura, o fórum é resultado de um processo permanente de discussões sobre os impactos das novas tecnologias na transformação da cultura e da democracia do país, realizada, principalmente, pelas redes participantes do CulturaDigital.br.

PROGRAMAÇÃO:

SEMINÁRIO INTERNACIONAL CULTURADIGITAL.BR

A sala BNDES da Cinemateca, com capacidade para 230 pessoas, será destinada aos seminários internacionais, que tem como objetivo discutir as muitas vertentes que compõem o mundo da cultura contemporânea. Intelectuais, artistas, ativistas, pesquisadores, gestores da Ásia, África, América Latina, Europa e Estados Unidos debaterão questões prementes ao mundo no contexto digital, como: Qual o papel do autor no contexto digital? O que é bom e ruim? Quem define? E a economia da criação? Quais novas alternativas de arranjos produtivo? Cultura Digital é internet? Há uma nova ecologia multimidiática? O que veio antes, o que vem depois?  Quais as perspectivas desse mundo em mutação?
Dia 15 de novembro – 2ª feira
14h às 16h Cultura Digital oito anos depois, dez anos a frente;
Palestrantes: John Perry Barlow (Eletronic Frontier Foundation) e Gilberto Gil (Músico)
Provocador: Cláudio Prado (Laboratório Brasileiro de Cultura Digital)
(16h – intervalo)
16h30 às 18h30 Os futuros do livro
Palestrantes: Bob Stein (Institute for the Future of The Book) e Heloisa Buarque de Hollanda (UFRJ)
Provocadora: Giselle Beiguelman (Instituto Sérgio Motta/PUC)
(18h30- intervalo)
19h às 21h Perspectivas criativas da Cultura Digital
Palestrantes: Vincent Moon (La Blogotheque)
Provocador: José Luis Herencia (Secretário de Políticas Culturais/Ministério da Cultura)
Dia 16 de novembro – 3ª feira
14h às 16h Cidadania Digital Global
Palestrantes: Hernani Dimantas (Laboratório de Inclusão Digital), Eddie Ávila (Rising Voices/ Jaqi Aru.org) e Douglas Namale (Voices of Kibera);
Provocador: José Murilo Jr. (Coordenador de Cultura Digital/Ministério da Cultura)
(16h – intervalo)
16h30 às 18h30 Economia Criativa em Contexto Digital
Palestrantes: Eduardo Nassar (CapDigital) e Reinaldo Pamponet (Eletrocooperativa/It´s Noon)
Provocador: Alfredo Manevy (Secretário Executivo/Ministério da Cultura)
(18h30- intervalo)
19 horas Jean Pierre Gorin (O futuro do cinema)
Apresentadora e debatedora: Jane de Almeida (Mackenzie e UCSD)
20h30 – Exibição de M/F Remix, de Gorin
Dia 17 de novembro – 4ª feira
14h às 16h Cultura Digital para além da internet: Remix e Transmídia
Palestrantes: Eduardo Navas (Remix Theory) e Maurício Motta (Os Alquimistas)
Provocador: Newton Cannito (Secretário do Audiovisual/Ministério da Cultura)
(16h – intervalo)
16h30 às 18h30 Laboratórios Experimentais e Cultura Digital
Palestrantes: Marcos Garcia (MediaLab Prado), Tapio Makela (Marin.cc)
Provocador: Felipe Fonseca
(18h30 – intervalo)
19h Perspectivas para a Cultura Digital (Encerramento)
Leitura da carta final do Fórum da Cultura Digital Brasileira
Carlos Magalhães (Cinemateca Brasileira)
Alfredo Manevy (Ministério da Cultura)
21 horas – Coquetel de Encerramento
EXPERIÊNCIA DE CULTURA DIGITAL
A Sala Petrobrás da Cinemateca, com capacidade para 108 pessoas, será o lugar para a apresentação de experiências em cultura digital e das pesquisas acadêmicas que recebemos na chamada pública. Como ambos, relatos de experiências e pesquisas, estão em grande número, resolvemos dividi-los por temas a fim de facilitar a organização e também a troca de idéias entre os participantes. Vale lembrar que toda a programação desta sala será transmitida ao vivo em streaming.
15 de novembro – 2ªfeira
10h às 11h: Experiências de educação e cultura digital
Laboratório Web de Comunicação (UFRJ) (Cristina Monteiro da Luz)
Centro Educacional Pioneiro: Débora Sebriam
SELIGA: Gilson Schwartz , Luiz Otávio de Santi e Marcia Maria de Moura Ribeiro
Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital: Vanessa Rodrigues
Projeto Folhas e o Livro Didático: Mary Lane Hutner
Pólo de Cultura Digital: Cristiane Costa
11h às 12h30: Apresentações de Pesquisas Acadêmicas
Interatividade Gestual Artistica (IGA) – José Fornari
Exploração do Universo Virtual e das Novas Estratégias Narrativas Abertas pelas Mídias Digitais: Cristiane Costa
Permeabilidade em Narrativas Transmídias: Vicente Gosciola
O projeto Ciberintervenção urbana interativa (ciurbi): Claudia Loch
Bauhalien – O Site Experimental: Daniel Graf de Oliveira
Formas e Imagens na Comunicação Contemporânea: Alfedo Suppia
Videopoesia – Análise e Produção: Cardes Monção Amâncio
Redes Sociais e Movimento Feminista – Estudo Exploratório a Partir de Comunidades do Orkut: Ronaldo Ferreira de Araujo
Jornalismo e cultura digital: um estudo de caso do The Pirate Bay na Folha de S. Paulo: Eliane Fronza
Cidade do Conhecimento: Moedas Criativas (Gilson Schwartz)
16h30 às 17h30: Experiências de Economia Criativa
Eletrocooperativa/ It’s noon: Reinaldo Pamponet
Futuro em Cena: Eduardo Nassar
Projeto Estrombo: Paula Martini
Toque no Brasil: Caio Tendolini e Silva
17h30 às 18h: Experiências africanas
Kubatana.net: Upenyu Makoni-Muchemwa (Zimbábue)
Voice of Kibera Douglas Namale (Kenya)
18h às 19h: Mesa: digitalização de acervos
Arquivo Público do Estado de SP: Haike Kleber da Silva
IPHAN/Funarte- Brasil Memória das Artes:  Ana Claudia Sousa
Moderador: Roberto Taddei
19h às 20h Projetos XPTA.LAB
20h às 21h Mesa sobre Teatralidade digital
Teatro para Alguém: Lucas Pretti
Phila 7
Revista Bacante
moderador: Rodolfo Araújo
16 de novembro – 3ª feira
9h às 10h: Mesa sobre dados abertos
10 às 11h: Experiências de jornalismo e colaboração
Mapa das Artes da Cidade Tiradentes: Luis Eduardo Tavares
Webdocumentário “Filhos do Temor”: Marcelo Bauer
Global Conflicts: Checkpoint: Gilson Schwartz
11h às 12h30: Apresentações de Pesquisas Acadêmicas
Direito Achado na Rede: Paulo Rená
Políticas de Autoria – Falhas enquanto Resistência: Ana Silvia Couto de Abreu
Políticas Culturais sobre Direito Autoral ou Revolução Caraíba Contemporânea: Helena Klang
Sociedade Informacional – um novo paradigma sócio-cultural: Mauricio N. Santos
Distúrbios da Era Informacional – conflitos entre a propriedade intelectual e a cultura livre: Luis Eduardo Tavares
Ferramentas de produção colaborativa na internet aplicadas à produção cultural e Mediação cultural em blogs de cultura urbana: Marcelo Santiago
Ações Coletivas com Mídias Livres – interpretação de seu programa político: Luiz Carlos Pinto
ContraCultura Digital: Thais Brito
Video Livre no Brasil: Andressa Viana
Colarte Digital – um mapa da arte digital colaborativa: Andre Stangl
14h30 às 16h: Experiências da Amazônia
Coletivo Puraqué: Marcelo Lobato e Paulo Emmanuel Cunha da Silva
Projeto Saúde e Alegria/ Rede Mocoronga: Paulo Lima
Feira Cultura Digital dos Bairros/ Pontão de cultura digital do Tapajós: Tarcísio Ferreira
Drumbeat Amazônia: Luciano Santabrigida
No2somos (Colombia)
16h às 17h: Experiências de ativismo e rede
Technology for Transparency/ Creative Commons: Renata Avila (Guatemala)
Rising Voices/ Jaqi-Aru.Org: Eddie Avila (Bolívia)
Global Voices: Diego Casaes
Walking Tools: Brett Stalbaum (EUA)
17 de novembro (quarta-feira)
9h às 10h: Experiências argentinas de cultura digital
La Vecinda
FMp3
FM La Tribu
Fabrica de Fallas
10h às 11h: Cinturão Digital do Ceará
11h às 12h30: Apresentações de Pesquisas Acadêmicas
Open Business: Oona Castro
Combate à Pirataria no Brasil: Olivia Bandeira
Conhecimento e Controle na Cadeia Produtiva da Indústria Fonográfica em Período Recente: Glauber Eduardo Gonçalves
Cidade do Conhecimento – Moedas Criativas: Gilson Schwartz
Redes Sociais Digitais e Sustentabilidade: Massimo de Felice
Audiosfera – Uma Década Hackeando a Indústria do Disco: Messias Bandeira
Cultura digital – um desafio para as políticas públicas no Brasil: Taiane Fernandes
14h às 15h30 Mesa sobre arte digital:
Arte do Cibridismo: Thiago Carrapatoso
Arte. Mov: Lucas Bambozzi
Laboca: Jarbas Jacome
Ressaca.net: Bruno Vianna
15h30 às 16h30 Experiências audiovisuais
Produção Cultural no Brasil: Georgia Nicolau
Mexe Mexe Tupi: Bruna Rafaella Ferrer
Pontão Digital Avenida Brasil/ Casa Curta-SE: Rosangela Rocha e Ricardo Ruiz
16h30
Núcleo de Cultura Digital para o Estado do Rio de Janeiro: Adriano Belisário
Bailux: Régis
Redes da Cultura Digital – A Experiência da UFSCar: Ricardo Rodrigues
Lixo Eletrônico.Org: Felipe Andueza
Rede Brasil de Bibliotecas Comunitárias: Abraão Antunes da Silva
ARENA DA CULTURA DIGITAL
Arena da Cultura Digital é um espaço (com cerca de quarenta lugares, no foyer da sala BNDES da Cinemateca) destinado a abrigar as discussões quentes da conjuntura nacional e global. Nela, irão ocorrer debates propostos por organizações da sociedade civil e do governo. Um anfiteatro grego que irá abrigar apenas o coro dos (des)contentes.
Dia 15 de novembro
10h às 13h – Governança da Internet
14h às 17h – Compartilhamento e remuneração do autor em contexto digital
17h30 às 20H30 – Festivais de Música e Cultura Digital
Dia 16 de novembro
10h às 13h – Lan House e Cultura Digital: Como legalizar sem matar
14h às 18h – Marco Civil da Internet e Cibercrimes
18h30 às 21h – Liberdade de Expressão em Contexto Digital
Dia 17 de novembro
13h às 16h – Banda Larga e Cultura Digital
16h às 18h – Televisão e Novas Tecnologias
REDES DA CULTURA DIGITAL
A área destinada a Redes da Cultura Digital será a tenda de circo, com capacidade de cem lugares, localizada no Foyer da Sala BNDES da Cinemateca. Oespaço será ocupado por encontros de diferentes grupos que se articulam em torno do CulturaDigital.br. São atividades auto-geridas pelos seus proponentes e abertas ao público que queira conhecer melhor esses grupos.
Dia 15 de novembro
10h às 13h – Newscamp (desconferência sobre jornalismo e colaboração)
Alguns nomes confirmados: André Deak (Casa da Cultura Digital), Ceila Santos (Desabafo de Mãe), Antônio Martins (Ciranda da Informação Independente), Sérgio Gomes (Projetos Especiais Oboré)
14h às 18h – Redelabs (encontro sobre cultura digital experimental)
Alguns nomes confirmados: Felipe Fonseca (RedeLabs), Marcos Garcia (Medialab-Prado), Tapio Makela (Translocal.net), Ricardo Brazileiro, Lucas Bambozzi
18h30 às 21h – Encontro de Servidores Livres
Alguns nomes confirmados: Leo Germani (HackLab), Lincoln de Sousa (Minc), Billy Blay Costa (ITeia), Fabianne Balvedi (Estúdio Livre)
Dia 16 de novembro
10h – 13h – PCult: encontro do Partido da Cultura
Alguns nomes confirmados: Talles Lopes (Abrafin), Pablo Capilé (Circuito Fora do Eixo), Claudio Prado (Casa da Cultura Digital), Rodrigo Savazoni (Casa da Cultura Digital), Felipe Altenfelder (Massa Coletiva), Georgia Nicolau (
Produçãocultural.Org.Br)
14h – 18h – Newscamp (Jornalismo Colaborativo: passado, presente e futuro)
Alguns nomes confirmados: Ana Brambilla (Terra), Rafael Sbarai (Veja), Diego Casaes (Global Voices)
18h30 – 21h – Educação e Cultura Digital
Alguns nomes confirmados: Jader Gama (Puraqué), Paulo Lima (Saúde e Alegria), Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital, Bianca Santanna (REA)
Dia 17 de novembro
9h – 11h – REA Camp
13h – 15h – Circuito Fora do Eixo
Alguns nomes confirmados: Pablo Capilé, Talles Lopes, Daniele Lima, Caio Marques Mota, Leonardo Palma
15h – 18h – Encontro das Casas Associadas
OFICINAS
Com capacidade para 250 pessoas, Tenda no Gramado, as oficinas serão auto-gestionadas e cobrirão uma gama de assuntos, desde fotografia e música até uma abordagem prática sobre dados abertos.
Atividades permanentes
– Transparência Hack Day
– Hackerspace
– Cobertura Colaborativa
– Install Fest
– Mutirão de licenciamento livre
Oficinas
15 de novembro
10h às 12h – Dados Abertos – o maravilhoso mundo do screen-scraping: Pedro Belasco
12h às 16h – Atari Punk Console: la tribu
16h às 18h – Walking tools: Brett Staulbam
18h às 22h – Circuit Bending: Daniel Llermaly
16 de novembro
10 às 12h – Construção de Câmaras Digitais Artesanais com Sucata de Scanners: Guilherme Maranhão
14h às 16h – Mapas Cognitivos- cultura digital: Alissa Gottfried
16h às 18h – Walking tools: Brett Staulbam
18h às 21h – Animação 2D com software livre:  Paulo Emmanuel Cunha da Silva
17 de novembro
10h às 12h – FFGinga: Juba
13h às 18h30 – Construção de pedais sonoros:  Eric dos Santos Barbosa
SERVIÇO
II FÓRUM DA CULTURA DIGITAL BRASILEIRA
Data: 15 a 17 de novembro
Entrada gratuita
Local
: Cinemateca Brasileira (Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino)
Outras informaçõeshttp://culturadigital.br/forum2010/


por Rogério Santana Lourenço

Imagem do Paradoxo Boyle

“A democratização pode sempre ser medida por esse critério essencial: a participação e o acesso ao arquivo, sua constituição e interpretação”
Jaques Derrida, o Mal do Arquivo.”

O Brasil é um paradoxo. Por uma série de motivos e razões, teve sua história permeada por fatos que constituíram sua população como uma das mais receptivas do planeta. Ao mesmo tempo, essa história é contada por distâncias, afastamentos, silenciamentos, violência e ignorância. O papel do Estado, ainda não tão bem compreendido quanto o papel do Governo, tem grande responsabilidade nessa contradição. Estamos aprendendo o que é governo, mas penso que há ainda um longo caminho para compreendermos o que é Estado. Ao longo de tempos diferentes, os Estado brasileiro têm sistematicamente ignorado grande parte de imensos problemas que nos constituem como país. A reforma agrária, o monopólio das comunicações, o analfabetismo ou o trabalho escravizado são alguns. Outros, como os direitos do povo indígenas, ou quilombolas, o acesso à educação fundamental, estão sendo tratados.

São muitos os problemas, e muitas as soluções, e isso, o número de soluções, é em si, um novo problema , quando não se articulam os esforços para solucioná-los. Ocorre que uma discussão muito importante para nossa identidade, é o papel de suas instituições. As instituições podem ser de diversos tipo, governamentais, não governamentais, particulares ou públicas, com ou sem fins lucrativos. Em todas essas possibilidades, estamos falando de pessoas coletivamente organizadas.

Desde Novembro de 2009, o Fórum da Cultura Digital Brasileira, deu iniciativa a 226 formas de possibilidades. Algumas mais concretas que outras, mas todas possíveis.  Estamos num momento onde a pletora de ações dissolve o rumo das coisas. Assim, um paradoxo, outro, se coloca: a quantidade de frentes que a cultura digital abre tem se tornado tão ampla quanto a agenda abaixo:

  1. Digitalização de Acervos
  2. Laboratórios de criação artística e tecnológica
  3. Direitos Autorias
  4. Plano Nacional de Banda Larga
  5. Televisão Digital
  6. Mídia Livre
  7. Culturas Tradicionais
  8. Liberdade Religiosa
  9. Liberdade de Gênero
  10. Educação Livre
  11. Software Livre

Para fins de comodidade, mas não de importância, o item Digitalização de Acervos, assunto primário desse blog, vem como primeiro. Ocorre que só deste, foram elencados 12 itens, no início do ano, como desejáveis, e que de fato, tiveram, ainda que não muito visíveis ou publicizados, seus desdobramentos. Certamente não foram incluídas nessa lista aspectos fundamentais. Acima estão as que são mais visíveis, desta perspectiva que aqui escreve.

O Filósofo Jacques Derrida, disse uma vez que o acesso ao acúmulo de informação social, seus arquivos, são um índice do quanto essa sociedade compartilha seus valores, os materiais e os morais. A lista acima é um exemplo de uma sociedade nascente na América Latina movendo-se rumo a seu devir. Isso, o devir, é agora o que nos faz móveis, e o movimento é não linear. Essa possibilidade, que o digital tem, permite que os arquivos que estão sendo pensados, as televisões, as produções, enfim, a cultura, seja, ou lute para ser, um pouco mais livre. É complexo, muito complexo, talvez seja o tal efeito das redes…muito descentralizado, mas com pouca direção… O que, talvez não seja nem bom nem mal, se soubermos lidar com o outro nome do complexo: a diferença.

O que antes parecia impossível, lidar com a diferença de milhões ao mesmo tempo, argumento utilizado por muitos, hoje em dia não se sustenta. Um exemplo disso é o projeto Metavid, cujos autores, além de fornecerem inspiração para este post (com a frase de abertura) deram um exemplo concreto do que pode ser feito com XML, vontade política e participação coletiva. O Metavid funciona como uma espécie de observatório dos representantes do povo dos Estados Unidos, na medida que disponibiliza as transcrições das sessões realizadas e gravadas pelo canal CSPAN, uma televisão privada, mas que tem uma missão pública. Algo que ainda estamos aprendendo como equacionar à nossa maneira, por aqui.

Seriam muitos, muitos os exemplos de pequenas coisas que não têm tanta visibilidade, mas que estão em curso. Pelo contrário, há, de vez em quando, grandes anúncios, que tenham menor impacto sobre as pessoas. O tempo dirá.

Post publicado em http://culturadigital.br/acervodigital/2010/08/06/o-mal-do-arquivo-derrida-e-a-cultura-digital-brasileira/



Proposta desenvolvida em colaboração a distância por Alissa Gottfried Pontão Minuano e Fabio Belotte (Pontão da UFMG):

2) CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROJETO DE INTERCÂMBIO

2.1) Descrição da Experiência de Ação Cultural

Como proposta de parceria os pontões relacionam suas ações: ead e software livre com a cidade virtual cultural (cvc) documentando a ação educativa obtida através das experiências geradas no intercambio num novo site: cidadeslivres.org.

2.1.1) Nome da Experiência: Educação Urbana

2.1.2) Faça uma breve apresentação da Experiência de Ação Cultural.

(máximo de 10 linhas para os Pontos de Cultura A e B)

Através dessa parceria inicia-se uma ação que relaciona cursos ead de produção cultural com ferramentas livres como estímulo à apropriação de um ambiente virtual ligado a cartografia dos sentidos onde as produções e pesquisas das cidades são reunidas e difundidas. Dos conhecimentos acumulados por cada Pontão, teremos como foco para a troca, o processo de construção e desenvolvimento do ambiente virtual Cidade Virtual Cultural (CVC) com a metodologia de ead, educomunicação e produção cultural com ferramentas livres. O conhecimento gerado pela troca será testado num novo ambiente virtual que pensará as possilidades disponíveis em software livre e na web para desenvolver-se ações ligadas a educomunicação, cidadania e produção cultural querendo tornar os resultados replicáveis e web-educativos.

2.1.3) Qual o objetivo geral das experiências de Ação Cultural?

Ponto de Cultura A: Disponibilizar ferramentas de participação colaborativa e coletivas, fomentar redes de trocas e mapas próprios e coletivos, que potencializam uma reflexão colaborativa sobre a experiência urbana.

Ponto de Cultura B: Fazer uma parceria de projetos e apresentar a metodologia ead.

2.1.4) Quais os objetivos específicos das experiências de Ação Cultural?

Ponto de Cultura A: Apresentação de ambientes on line para disponibilização de conteúdos, potencialização de produções em plataformas livres, somar conhecimentos para programação de ambientes on-line além de fortalecer a rede de trocas de experiências.

Ponto de Cultura B: Construir um ambiente web-educativo documentando o aprendizado sobre a construção do ambiente web cvc e fazer uma animação sobre o ambiente ead.



http://www.arede.inf.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1469&Itemid=99



www.linuxvswindows.com.br/downloadrevista03.html



{setembro 9, 2008}   convertor de texto em áudio:

http://downloads.uol.com.br/linux/utilitarios/verbose_text_to_speech_converter.jhtm



* Possibilitar a apropriação da tecnologia e o desenvolvimento das pessoas nos mais diferentes aspectos;

* Estimular a geração de emprego e renda;

* Promover a melhoria da qualidade de vida das famílias;

* Proporcionar maior liberdade social;

* Incentivar a construção e manutenção de uma sociedade ativa, culta e empreendedora.

fonte: http://www.identidadedigital.ba.gov.br/inclusaodigital.php?pgid=1



http://www.casabrasil.gov.br/oficinas/files/OficinaArteDigital-ManualParticipante.pdf



{setembro 6, 2008}   Sobre o Moodle

http://docs.moodle.org/pt_br/Sobre_o_Moodle



et cetera