Sabermídia












Alissa Gottfried

  Educadora Popular Conectiva   >>>--------> 
 


Bem vindo ao meu acervo de conteúdos e documentação de trabalhos que realizei ou colaboro. Todo conteúdo aqui está licenciado como Copy Left

Ao ver minha trajetória perceberá que minha profissão é também minha militância pela educação de qualidade. Invisto minha criatividade e energia num ideal de vida comunitária, baseado em valores sociais, tais como: autonomia, liberdade, colaboração e solidariedade.



Tags: Cultura Digital / Software Livre / Arte Social / Educação Popular / Rede Mocambos / RPG Comunativo / Editora Ecoaecoa



mimosa no fisl 10

yonne

editora utopia

minuano marga

tutorial tambor

tutoriais:

http://minuano.org/oficinas/grafico/Escola%20Auto-Didata%20-%20Sabermidia.pdf

Clique aqui para fazer download do tutorial básico de GIMP

entrevista:
http://culturadigital.br/seminariointernacional/2009/12/14/alissa-gottfried-experiencia-multimidia-com-criancas/

publicação:
http://picasaweb.google.com.br/liberteaescola/EditoraLibertariaEcoaecoa#

Matéria em revista:
xerocar a escrita

meus blogs de cultura digital:
http://culturadigitalsul.blogspot.com/
https://ecoaecoa.wordpress.com/
http://nucleoartedigitallivre.blogspot.com/
http://barcampartelivre.blogspot.com/

meus blogs de produção literária:
http://vincularte.blogspot.com/
http://ecoaecoa.blogspot.com/

site do projeto Pontinho Curiosaidade:
http://sites.google.com/site/griosdosul/

galerias:
http://picasaweb.google.com.br/ecoaecoa
http://picasaweb.google.com.br/liberteaescola
http://picasaweb.google.com.br/pontinhocuriosaidade
http://picasaweb.google.com.br/docgrafico

canal tv:
http://www.youtube.com/user/louvadeusa
http://www.estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=4514

redes sociais:

http://softwarelivre.org/louvadeusa/blog/

http://twitter.com/louvadeusa

http://culturadigital.br/members/liss/profile/

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=11075866675804622920

Notícias na web relacionadas ao meu trabalho:



Telecentro da 10ª Feira Estadual de Economia Solidária ao migrar para GNU/Linux possibilita oficinas para os feirantes.

Enviado por ecosol em seg, 15/12/2008 – 03:47 

 

Quatro computadores foram disponibilizados pela PROCEMPA, sob a responsabilidade da equipe da Casa Brasil de Porto Alegre, compondo o Telecentro da X Feira Estadual de Economia Solidária. Como todas as máquinas vieram com software proprietário (Windows) o Pontão de Cultura Digital Minuano propõe a instalação de software livre no telecentro.

Após a autorização da equipe da Casa Brasil, que comunicou a PROCEMPA sobre a solicitação, distribuições GNU/Linux UBUNTU foram instaladas pela equipe do Pontão.

Essa ação em parceria com a Casa Brasil e PROCEMPA, possibilitou que o Pontão de Cultura Digital Minuano ministrasse oficinas sobre a divulgação de produtos na web, no telecentro da feira. Dez dos cem grupos expositores da feira participaram das oficinas, onde escrevem sobre sua participação da rede de Economia Solidária e como surge o empreendimento, para ser divulgado por e-mail incluindo fotos dos seus produtos.

Oficina de Divulgação de produtos da Feira na Internet

por Alissa Gottfried – Educadora de Gráfico do Pontão Minuano

Foto por Alexandre Gottfried

fonte: http://minuano.org/?q=blog&page=1

 

Curso-wiki de gráfico do Minuano migrado do Moodle

Enviado por grafico em ter, 14/04/2009 – 13:10

Você Pode fazer download em pdf do curso no link:
Abaixo o link do meu curso de arte gráfica  migrado do ead de Minuano com PDF pra download: 

http://minuano.org/oficinas/grafico/Escola%20Auto-Didata%20-%20Sabermidia.pdf

ou:

https://ecoaecoa.wordpress.com/curso-de-graficolivre/

Programa do curso:

https://ecoaecoa.wordpress.com/programa_oficina_grafico/


Bom proveito

Abração, Alissa.

fonte: http://minuano.org/oficinas 

 


Pontão Minuano e Casa do Teatro desenvolvem comunidade de blog-arte com software livre. 

 

Enviado por grafico em sex, 10/04/2009 – 03:19

Na oficina presencial do curso de gráfico, do Pontão Minuano, realizada nos dias 3, 4 e 5 de abril no Ponto de Cultura Casa do Teatro, em Fóz do Iguaçu\PR, uma comunidade de blog-arte foi iniciada usando WordPress. Começamos na sexta-feira um diálogo sobre Software Livre e Cultura Digital onde o grupo abordou temas sobre propriedade intelectual e resistência cultural. Nessa roda o grupo se reconheceu e pensou o que gostaria de realizar na oficina. No sábabo então, partimos para a prática onde a proposta foi iniciar uma comunidade de blog-arte onde cada um teria seu blog livre linkado ao blog geral www.dguau.wordpress.com.
Essa atividade se estendeu até domingo e nela instalamos a distribuição GNU\Linux Ubuntu 8.04 numa das 4 máquinas, editamos fotos no GIMP, o Scribus e Inkscape foram apresentados mas o foco maior foi no sistema de blogs com WordPress. O grupo ficou muito empolgado com a criação de seus blogs então propus a formação de um grupo que difunde suas apropriações documentando nos blogs o que cada um estiver apreendendo. Como exemplo e subsídeo para isso todos os oficinandos estão inscritos no curso ead, no Moodle do Minuano, onde o
curso de gráfico está disponível com os conteúdos e tutoriais numa proposta de ambiente de aprendizagem colaborativa.
Apesar de não sabermos sobre a continuidade do projeto do Minuano o grupo de Fóz está se organizando e estudando para a próxima oficina presencial.

Alissa Gottfried
Educadora Popular Digital
Pontão Minuano.org


fonte: http://minuano.org/?q=node/428



Parceria entre Rede Abraço, Pontão Minuano e Cooperativa de Gás promovem curso de comunicação popular.
Enviado por grafico em sex, 10/04/2009 – 03:17

No curso de comunicação são desenvolvidas oficinas de jornalismo comunitário e linguagem radiofônica produzindo materiais para mobilização e estratégia de cobertura para Confêrencia Municipal de Segurança

Para abordar a questão da segurança pública da Região Noroeste da capital gaúcha a Rede Abraço, o Pontão de Cultura Digital Minuano, a Cooperativa de Gás entre outras entidades promoveram nesse final de semana uma oficina de comunicação comunitária. Este foi o primeiro de quatro encontros que pretende preparar agentes comunitários para realizar a cobertura da I Conferência Municipal no dia 24 de abril e a mobilzação também para a Conferência Municipal de Comunicação.

O encontro do dia 14 começou às 9 da manhã e durou o dia todo, começando com a oficina de rádio comunitária /Legislação, pausa para o almoço oferecido gratuitamante pelo evento e seguindo na tarde com as oficinas de jornalismo comunitário/elaboração de matérias  e linguagem para rádio difusão que foram até as 17:30 da tarde. Nas próximas semanas, quartas e quintas, na Sede do Pontão Minuano continuam as produções das oficinas.
Para maiores informações contate o Pontão Minuano:

51 3228 0121 ou pelo mail alissa@softwarelivre.org

fonte: http://minuano.org/?q=node/427

 


Oficina de jornalismo comunitário no Pontão Minuano em 08/04 

Enviado por Elaine em sex, 03/04/2009 – 17:12

Estamos convidando a comunidade de Porto Alegre, para a próxima oficina de jornalismo comunitário, que está marcada para quarta-feira, dia 8 de abril,  na sede do Pontão Minuano:

16º Andar da Galeria Malcon
Rua dos Andradas, Nº 1560 – Sala 1605.



Durante as oficinas de jornalismo comunitário desenvolvidas no Pontão Minuano foi criado o blog do Fórum:

http://fjsnoroeste.wordpress.com/

No blog tratamos de assuntos como: Segurança Pública, Cidadania e Assuntos relacionados as reuniões do Fórum  de Segurança da região noroeste e outros temas ligados as comunidades de Porto Alegre.

Estão sendo publicadas matérias e notícias desenvolvidas pelo grupo que está participando das oficinas de jornalismo comunitário no Pontão Minuano, mas o blog está aberto para quem quiser colaborar.

Participe!

Maiores informações: (51)3228-0121

 

fonte: http://minuano.org/?q=node/112


Participe da oficina de jornalismo comunitário no Pontão Minuano
Enviado por Alissa em sex, 03/04/2009 – 17:01 

 

http://delaesquinacaliente.blogspot.com/2008/11/bolivia-conferencia-internacional-de.html

Estamos convidando a comunidade de Porto Alegre, para a próxima oficina de jornalismo comunitário, que está marcada para quarta-feira, dia 8 de abril, na sede do Pontão Minuano:

16º Andar na Galeria Malcon, Nº 1560, Sala 1605.
Durante as oficinas de jornalismo comunitário desenvolvidas no Pontão Minuano criamos o blog do Fórum http://fjsnoroeste.wordpress.com
Para tratarmos de assuntos como: Segurança Pública, Cidadania e assuntos relacionados as reuniões do Fórum  de Segurança da região noroeste e outros temas ligados as comunidades de Porto Alegre.
No blog estão sendo publicadas matérias e notícias desenvolvidas pelo grupo que está participando das oficinas de jornalismo comunitário no Pontão Minuano, mas o blog está aberto para colaboradores.

Na próxima quarta estaremos abrindo a oficina de jornalismo comunitário para toda a comunidade de Porto Alegre para formarmos um coletivo de produção e pesquisa sobre jornalismo comunitário desenvolvido com software livre.

[[[[[[[Pela cultura de colaboração]]]]]]]]]Matéria escrita por Rafael Xavier e Alissa Gottfried

fonte da imagem

fonte: http://minuano.org/?q=node/111

Minuano marca presença no I Fórum de Tecnologia em Software Livre do Serpro

Enviado por minuano em qui, 18/12/2008 – 14:30 

 


Nos dias 10 e 11 de dezembro foi realizado nas dependências do Serpro o I Fórum de Tecnologia em Software Livre do Serpro – Regional Porto Alegre. A equipe do Minuano Digital esteve no evento representada pela educadora social Alissa Gottfried que ministrou o minicurso de GIMP e por parte da equipe que acompanhou as atividadas oferecidas. Durante os dois dias do fórum aconteceram várias palestras além dos mini-cursos de TV Software Livre, Dot Project, Voip, Shell Script, C++ e QT4 e GIMP. A  Associação Software Livre (ASL) também participou do evento representada pelo seu ex-coordenador e atual embaixador Sady Jacques que compôs a mesa de abertura e demais membros que se fizeram presentes ministrando palestras ou apenas como participantes.

fonte: http://minuano.org/?q=node/58

 

Campus Party Brasil 2009 está mais feminina 

Sunday 25 Jan 2009, www.campusparty.com.br


Na edição passada da versão brasileira do maior encontro de Internet do planeta, as mulheres correspodiam a um quarto dos participantes. Hoje, são 32% dos amantes da cibercultura.
Seis mulheres participaram da construção do primeiro computador digital eletrônico de grande escala, o ENIAC, nos Estados Unidos: Kathleen McNulty, Frances Bilas, Betty Jean Jennings, Elizabeth Snyder, Ruth Lictermann e Marlyn Wescoff. Durante a Segunda Guerra Mundial, elas, como muitas mulheres, faziam cálculos balísticos, e, como eram muito boas em matemática, foram chamadas para participar daquele projeto, em 1945. 

“Historicamente, deixou-se de lado a participação da mulher na ciência e na tecnologia”, diz a feminista Anna Frank, que, entre flores e objetos em roxo, montou um mural que homenageia essas e outras mulheres na Campus Party Brasil 2009. Na segunda versão brasileira do maior encontro de Internet e cultura digital do planeta, porém, as campuseiras estão dando a volta por cima: a presença feminina no evento cresceu de 25%, em 2008, para 32%, na atual edição.

É por meio de seu blog que Anna leva adiante sua causa de defesa dos Direitos Humanos da Mulher. “Me perguntaram porque eu estou na Campus Party falando de feminismo e o que isso tem a ver com o evento. Disse que o evento não é só para fazer robô, essas coisas. Não! Eu posso usar essa tecnologia, como a dos blogs, para me comunicar com as mulheres do todo o mundo”, explica a autora de uma enquete que mostrou que as áreas de maior interesse das mulheres na Campus Party 2009 são, empatadas, software e games, seguidas de fotografia e blogs. “Vi até uma garota consertando um computador, com solda e tudo”.

Mulheres temáticas

A gaúcha Alissa Gottfried, que dará pelo menos quatro oficinas sobre arte gráfica e comunicação com software livre, segundo o modelo Barcamp – no qual as discussões acontecem sem uma programação formal e com participação ativa do público – acredita que a atuação feminina nas diversas áreas da Campus Party tem sido bem efetiva. A participação da Linux Chix, grupo de mulheres que usam Linux, é um exemplo disso. “É legal convidar para o evento um grupo que junta o movimento feminista com o movimento do software livre”.

Apesar de ampla, a presença das garotas não é homogênea em todas as áreas da Campus Party. Anna Silva, 25 anos, estudante de Designs Interiores, Michelle Rodrigues, 23, técnica de informática e Vanessa Dias, 19, estudante de Ciências da Computação, têm em comum o fato de serem parte do grupo de Jogos da Campus Party. Segundo elas, das cerca de 50 pessoas que compõe o clã de Games da NV (famoso fórum de tecnologia), somente cinco são mulheres.

“Existe um preconceito por parte das mulheres, que acham que não jogam tão bem quanto os homens. Mas a gente está aqui justamente pra quebrar isso”, diz ela, que faz questão de frisar que vem ao evento por uma questão de paixão pessoal. “Estamos aqui porque gostamos de jogar videogame mesmo, não por influência de namorado ou irmão”. Michelle conta que as competições acontecem de igual pra igual, sem qualquer vantagem para determinado sexo. “Jogamos tão bem quanto os garotos, e muitas vezes eles tomam ‘chineladas’ da gente”.

 

fonte: http://www.genderit.org/esp/index.shtml?apc=a–s–1&x=96212



Conferência Livre de Segurança

Acontece hoje, na sede do Sindicato das Panificadores no bairro Ipiranga, a Conferência Livre de Segunça contando com a presença de participantes das comunidades da Zona Leste, Eixo-Baltazar, Norte, Noroeste, Vila Floresta e GHC, assim como o vereador Carlos Todeskini.

Dàs 13 às 18:30 horas serão discutidos os sete eixos dos quais serão votados três princípios e sete diretrizes para a Conferência Estadual de Seguraça que acontecerá dia 29 de junho na Câmera dos Vereadores e dia 30 de junho no Colégio Sevingne na rua Duque de Caxias.

Na abertura da Conferência o grupo CIA de Teatro Santa Rosa apresentou uma cena tratando o tema segurança, que foi desenvolvida nas oficinas na comunidade Santa Rosa na zona norte de Porto Alegre. “O grupo utiliza o teatro do oprimido como uma ferramenta de discussão social”, diz Edgar, diretor do grupo.

Logo depois, Alissa Gottfried do Grupo de Comunicação Comunitária e educadora do Pontão de Cultura Digital Minuano apresentou o projeto da Revista Digita do Grupo de Comunicação Comunitária de Porto Alegre, falando sobre o processo do grupo e  convidando o público fazer parte do projeto e participar do Fórum Internacional do Software LIvre, o fisl 10, que acontecerá na PUC de Porto Alegre nos dias 24 a 27 de junho de 2009.

A equipe de cobertura é composta pelos projetos: Rede de Rádios ABRAÇO (Carlos Henrique Gorniski Güntzel/parte técnica e transmição do áudio na web,  Luiz Carlos Almeida/gravação de entrevistas com alguns participantes da conferência  e Josué Franco Lopes/executiva), Pontão de Cultura Digital Minuano (Alissa Gottfried/registro fotográfico, comunicação web pelo blog do Fórum de Segurança e apresentação do projeto de comunicação comunitária, Ricardo Oliveira/apoio técnico, Carlos Henrique Gorniski Güntzel), Jornal Comunitário do Morro da Cruz “Nóis na Fita”: DJ Saroba/apoio técnico e na produção para o blog,  Parte da confêrencia foi transmitida via internet para rádios comunitárias de todo Brasil, com o intuito de que este conteúdo seja  retransmitido pelas rádios em suas localidades através de seus transmissores analógicos. Também este blog documenta a conferência reunindo as fotos e na sequência o podcast dos áudios.

Nas discussões da conferência foram apresentados os eixos e os princípios e diretrizes foram a votação depois do intervalo para o café onde este blog foi projetado.

Leia aqui o relatório oficial da conferência livre de segurança da zona noroeste

Fotos por Alissa Gottfried, DJ Saroba e Luiz Carlos.

fonte: http://fjsnoroeste.wordpress.com

 

Parceria entre Projeto Morro da Cruz Para a Vida e Grupo de Comunicação Comunitária da Grande Porto Alegre

Num processo de intercâmbio sociocultural, o projeto Do Morro Da Cruz Para a Vida com o Grupo de Comunicação Comunitária da Grande Porto Alegre firmou uma parceria de formação conjunta para expandir seus conhecimentos na área de comunicação comunitária. No dia 30 de Abril um encontro entre a educadora Alissa Gottfried  que faz parte do Grupo de Comunicação e Claúdia Lulkin colunista do jornal Quilombo Morro da Cruz vinculado ao projeto Do Morro Da Cruz Para a Vida foi proposto um conjunto de idéias que passam pela troca de aprendizagem na produção, edição e veiculação do produto realizado.


fonte: http://fjsnoroeste.wordpress.com/ 

 

 

Mimosa do Pontinho Curiosa’Idade é premiada no I Festival de Robótica Livre do fisl 10

A mimosa do Pontinho Curiosa´Idade foi construída para as vivências do curso de produção literária que acontecem nas segundas-feiras no Ponto de Cultura Odomode. Na atividade as crianças vivenciam histórias sobre sua comunidade, através do jogo “Comunativo” que se trata de um RPG desenvolvido por esse projeto de oficina, onde uma maquete é montada com materiais reutilizados e depois proposta como trama nas histórias. Por exemplo na mimosa teatraliza-se a construção da rádio proposta na maquete/tabuleiro. Mimosa é o nome carinhoso usado pelo movimento da metareciclagem dado às máquinas reconstruídas apartir de PC’s antigos ou estragados. 

 

Durante o fisl 10 a mimosa do Pontinho foi construida adaptada a um carrinho de supermercado com ajuda de estudantes da UFMG no Ponto de cultura Odomode e através deles participou do I Festival de Robótica Livre que aconteceu na PUC durante o fisl 10. Lá na PUC foi implementado, na Mimosa do Pontinho, o projeto de robótica livre chamado “Apontador de Estrelas”, que ganhou o primeiro prêmio na categoria robótica iniciante. O projeto trata-se de uma antena controlada por linha de comando, para cima/baixo e direita/esquerda que no RPG simboliza a torre de comunicação da comunidade onde estão sendo transmitidos os programas de rádio gravados pelas crianças durante a atividade de produção literária. 

 

Depois de participarem do fisl 10 e apartir das vivências com a mimosa, as crianças do Pontinho, empolgadas com a robótica que estão desenvolvendo, montando robôs apartir de carrinhos eletrônicos estragados, e criaram, então um programa na rádio da mimosa falando sobre o projeto de robótica deles para a comunidade do Odomode. 

 

 

Para mais informações escreve para: alissa@softwarelivre.org


Abaixo o vídeo documentando as gravações
na mimosa do programa de rádio sobre robótica :

video

Clique aqui para ver as fotos das atividades com a mimosa

sítio-e do Pontinho

fonte: http://culturadigitalsul.blogspot.com/

 

Oficinas do Minuano no Encontro dos Pontos de Cultura Digital

Dois dias de oficinas de gráfico foram oferecidas no Encontro de Cultura Digital Sul em Rio do Sul.
Durante o segundo dia de evento iniciei a oficina de gráfico produzindo esses cartazes da foto acima. A atividade durou 2 dias do evento. No primeiro dia não propus um cronograma para a oficina, pois queria ajudar os participantes a produzir ou estudar as ferramentas livres que estivessem precisando. Para isso apresentei o curso wiki de gráfico publicado no link:
https://ecoaecoa.wordpress.com/curso-de-graficolivre/ 

 

ou clicando em gráfico no link:
http://minuano.org/oficinas/

Em torno de 20 participantes aproveitaram a oficina para produzir cartazes de oficinas, blogs, cartões de visita, email, editar fotos, articulamos um movimento de mulheres que criou este blog colaborativo.

Este blog foi proposto na plenária final do fórum dos pontos de cultura e no fim do evento um panfletinho foi distribuido com o endereço e email para postagens. O motivo em optar pelo Blogspot foi para que qualquer pessoa pudesse postar imagem e texto sem da forma mais fácil possivel. O blog possibilita a postagem automática, sem passar por filtro, enviando um email para:

ecoaecoa.culturadigitalsul@blogger.com

Integrantes do Grupo Feminino de Pesquisa, Produção e Multiplicação da Cultura Digital Popular Sul, como Vânia Pierozan e Lisiane Brolese e eu estamos administrando o blog. Se você quiser colaborar para o blog é só mandar um pedido aqui.

Foto: Elisa Gottfried

fonte: http://culturadigitalsul.blogspot.com/2009/04/convite-para-visualizar-o-album-da-web_22.html

 

“Encontro de Conhecimentos Livres dos Pontos de Cultura da Região Sul Teia Sul”.

Foto Tatiana Mileide

O 1º ano do Ensino Médio, juntamente com a professora Tatiane Mileide Danna, da disciplina de Artes, estiveram presentes no Encontro de Conhecimentos Livres dos Pontos de Cultura da Região Sul Teia Sul, no Parque Universitário Norberto Frahm, onde foram desenvolvidas oficinas e palestras sobre a cultura digital.
Os alunos participaram da “Oficina de Blog”, ministrada pelo Ponto de Cultura Digital Minuano, de Porto Alegre. Onde a turma criou um blog que vai ser o FanzineT virtual da Escola UNIDAVI.
No site www.minuano.org você poderá conferir e conhecer o trabalho do Ponto de Cultura Digital Minuano.
Logo após se divertiram muito com a “Oficina de Grafitagem”, com o grafiteiro Jackson Brum, de Porto Alegre. No site www.multypli.com, poderá ser conferido o trabalho do grafiteiro e ver outras fotos da oficina realizada.

fonte: http://www.educacional.com.br/escolas/administra/publicacao/novo/GaleriaVisualiza.asp?id=275518

Oficina de web – rede de blog na plataforma WordPress.

Oficina de Grafitte do Jackson

fonte: http://culturadigitalsul.blogspot.com/2009/04/fotos-das-oficinas-com-turma-da-unidavi.html

 

Pontinho de Cultura Curiosa’Idade/Odomode


(fotos:
Tusile, Elisa Gootfried, Ana Paula Stock e Alissa Gottfried)


O Pontinho de Cultura Curiosa’idade do Odomode participou do Encontro Sul da Cultura Digital, compartilhando algumas de suas atividades. Na primeira noite o grupo de adolescentes do Instituto Afrosul apresentou o Odomode Tambor, mostrando qualidade técnica e muita energia, que agitou os presentes no espaço do Ponto de Cultura Anima Bonecos, em Rio do Sul.
No segundo dia a oficineira Elisa Gottfried, de abayomi, (bonecos feitas com nós em tecido) demonstrou as possibilidades de criar o brinquedo, que é, ao mesmo tempo, material pedagógico. As borboletas de origami feitas por Vania, Alissa e Pipoca ilustraram o cartaz manual de divulgação das oficinas.
O Pontinho de Cultura Curiosa’idade iniciou seus trabalhos em março com as oficinas de origami e abayomi, que estão em fase de conclusão. Em breve terão início as oficinas de teatro de bonecos e criação áudio-visual, que complementam a formação promovida no Ponto de Cultura Odomode com crianças e adolescentes da comunidade que vive próximo ao Instituto Afrosul, em Porto Alegre, RS.
Além da apresentação artística Odomode Tambor e a participação nas oficinas, o Ponto de Cultura levou as experiências e vivências de seus Mestres e Griôs Paraquedas, Iara e Paulinho.
Por: Vania Pierozan

Conheça o Pontinho Curiosa’idade
Fotos da Oficina de Abayomi

fonte: http://culturadigitalsul.blogspot.com/2009/04/oficina-de-abayomi-pontinho-de-cultura.html

 

Teatro do Chat – O RPG da Cidadania

Nesses 3 meses de Bienal em Porto Alegre foi lançada, como obra de arte, uma ferramenta para a organização civil horizontal, que demonstrada como uma instalação era pouco acessível aos olhares entretidos do público. Mas o fato é que a ferramenta tem alto potencial de inserção na rede de atores e projetos sociais da cidade. 

Além disso faz parte da obra uma ampla pesquisa sobre o centro da cidade, seus problemas e conflitos o que surge como a ambientalização do jogo de RPG.

O Teatro do Chat tem uma interessante estratégia pedagógica na educação social. Utiliza o RPG como recurso didático na proposta de incentivar o protagonismo da comunidade em geral, gerando uma oportunidade de nos pensarmos em diferentes papéis numa complexidade comunitária que se teatraliza sem necessariamente depender de um diretor ou mestre no jogo.

Segundo os autores:
“O Teatro do chat é um jogo para promover a discussão política a respeito de problemas urbanos. É um jogo de representação de papéis em que, como no teatro, os participantes atuam como protagonistas de um conflito urbano real em um chat ou espaço de conversação pela Internet.

O Teatro do chat pode ser usado para abordar qualquer assunto.
O importante é que envolva atores sociais com distintos posicionamentos sobre um tema, a fim de que os participantes do jogo assumam diferentes posturas políticas para atuar na discussão por chat.
Nesta oportunidade, os integrantes de m7red trabalharam com um grupo de pessoas de Porto Alegre. Juntos, escolheram o problema econômico e social do centro da cidade como cenário-modelo. Os participantes investigaram os diversos conflitos e interesses que confluem no problema do Centro e escolheram personagens (reais ou não), que foram encarnados pelos participantes em um intenso debate sobre soluções para a problemática de abandono, segurança e circulação no Centro de Porto Alegre.
O que será visto é um “edifício” que, como se fosse um laboratório de ação política, apresenta as diferentes instâncias deste projeto: informação, treinamento de atuação e chat. Assim, ele apresenta-se como espaço para sessões de chat que serão desenvolvidas durante o período da Bienal.” 

Mas o que a princípio o obra não se limita a Bienal. Depois de conversar com um dos criadores da proposta,

o arquiteto Maurício Corbalán, percebi que o proposta é orgânica e está ligada com Buenos Aires e Amsterdã numa espécie de interlocução permanente de projetos urbanísticos. 

 

Agora Poalegres, vai de nós nos apropriamos dessa ferramenta que pode aumentar as possibilidades de uma cidade mais sustentável e cultural, atuando também na cidadania planetária.


Mais informações:
www.teatrodochat.com.ar
http://teatrodochatpoa07.wordpress.com/

Alissa Gottfried
Educartista Social

fonte:http://muralpublicopoa.blogspot.com/2007/11/teatro-do-chat-o-rpg-da-cidadania.html

Pontão de Cultura Digital Minuano na Casa das Fases

Por CiaFase3

minuano

O Ponto de Cultura Casa das Fases recebeu durante o mês de março, o Curso de Gráfico, ministrada por Alissa Gottfried,  do Pontão Minuano, de Porto Alegre. A oficina de gráfico oferece uma iniciação básica em ferramentas de software livre para trabalhos na área gráfica, explorando as possibilidades e demandas de produção dos Pontos, comunidade e oficinados.

fonte: http://casadasfases.wordpress.com/page/2/ 

SindBancários apoia o projeto de inclusão digital do Pontão Minuano
Fonte: Imprensa/SindBancários
Equipamentos de informática que deixam de servir para algumas pessoas podem fazer toda a diferença para outras. Além de minimizar o impacto causado ao meio-ambiente pela sucata eletrônica, dar uma nova vida útil a essas máquinas permite usar os recursos para promover a inclusão digital. A ONG Pontão de Cultura Digital Minuano ajuda a transformar esses conceitos em realidade. 

Aquilo que iria parar no lixo é reaproveitado pela entidade e ajuda a promover a formação de monitores e desenvolver oficinas para a comunidade que está à margem das tecnologias. Os próprios oficineiros aprendem a reciclar o material nas aulas de Metareciclagem, oficina que apresenta a estrutura interna (hardware e software) do computador com o objetivo de desmistificar seus componentes através da experimentação e do contato. Desta forma, permite que os participantes se tornem capacitados para prestar suporte dentro da sua comunidade, reduzindo assim a necessidade de depender de técnicos terceirizados.

Para auxiliar no processo, que considera fundamental dentro da proposta que defende de inclusão digital para todos, o SindBancários doou equipamentos que serão usados na oficina de Metareciclagem. O Pontão Minuano recebeu do Sindicato estações de trabalho com periféricos, scanners, impressoras, fax, teclados, caixa de som e monitores que terão um destino especial nas mãos dos oficineiros.

E mais: também são os equipamentos doados que possibitam o desenvolvimento das demais oficinas, entre elas a de arte gráfica e comunicação, que oferece uma iniciação básica em ferramentas de software livre para trabalhos na área gráfica. Também propõe um diálogo sobre temas como: cultura de colaboração, comunicação comunitária, produção cultural, economia solidária e Licença Arte Livre, facilitando a imersão do oficinando nos universos do Software Livre, Internet e Cultura Livre.

O projeto vai além. A ideia, agora, é criar um metamercado, com a criação de moedas – com o rosto de personagens da comunidade – que serão emitidas a quem doar equipamentos. Ao disseminar os conceitos da economia solidária e exercitar a cidadania, a entidade também quer propiciar a geração de economia interna e troca de serviços.

Computador comprado com pães

Alissa Gottfried e Bruno Meyra, mais conhecido como Capi, estão entusiasmados com os projetos em andamento. Em visita à Casa dos Bancários, eles falaram dos planos do Pontão Minuano, e não enconderam o orgulho das mudanças que já promoveram junto às comunidades em que atuam.

Em um dos episódios mais recentes, um casal que participa das oficinas conseguiu adquirir seu próprio computador. O monitor eles já tinham, uma doação que receberam. Mas faltava a CPU, que foi recentemente comprada, mas sem usar um centavo sequer. Eles trocaram o computador pelo fornecimento de pães, que fazem para complementar o orçamento da família. Serão dois pães por semana, por dez meses, para a professora que vendeu o equipamento. “Agora, parte dos periféricos necessários para montar a máquina virá das doações do SindBancários”, conta Alissa.

fonte para impressão: 

http://www.sindbancarios.org.br/site2007/cms/php/site_imprimir.php?tabela=site_noticias&id=5991



http://megafone.inf.br/modules/noticias/article.php?storyid=1548

 

Na rede da cultura digital
Entidade promove curso gratuito de produção gráfica através de ferramentas de software livre
 

– Mostrar texto das mensagens anteriores –

Rádio, televisão, jornal e internet. Vivemos num momento de extraordinário desenvolvimento tecnológico que permite inúmeras possibilidades de elaboração e circulação da informação. A internet, por exemplo, que acaba de alcançar vinte anos de existência, tida com um dos meios de comunicação mais democráticos, promoveu mudanças profundas nas formas de produção, armazenamento e difusão de informações, conhecimentos e conteúdos. Mas, a criação do ciberespaço não foi capaz, até aqui, de eliminar todas as diferenças existentes quanto ao acesso e à geração de materiais de comunicação. 

Desta forma, para a efetiva democratização da informação acontecer, entre outros fatores, é importante que os indivíduos se apropriem do conhecimento técnico necessário para a elaboração e circulação de conteúdos comunicativos.

Para contribuir com esse processo, a Casa do Teatro, entidade artística e cultural iguaçuense, irá promover curso gratuito de produção gráfica, visando à iniciação em ferramentas de software livre. A oficina é uma das ações na área de cultura digital organizadas pela instituição e será desenvolvida pelo Pontão de Cultural Digital Minuano, associação sediada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O Minuano mantém convênio com o Ministério da Cultura, com o objetivo de incentivar o uso de ferramentas de comunicação e produção cultural em software gratuito, dirigidas aos integrantes das entidades do sul do país selecionadas pelo MinC como Pontos de Cultura.

A oficina será aplicada na modalidade de ensino semi-presencial e o participante deverá acessar o ambiente virtual do curso, onde estarão armazenados todos os conteúdos e atividades, além e participar da aula presencial, quando monitores do curso virão a Foz do Iguaçu, em dois finais de semanas. Nesta etapa, serão abordados temas como cultura de colaboração, comunicação comunitária, produção cultural, economia solidária, internet e cultura livre. Ministrado pela monitora Alissa

Aluno do ensino médio, David Garcia, 21 anos, utiliza freqüentemente os computadores e a internet disponíveis gratuitamente na Casa do Teatro, adquiridos através de convênio entre a entidade e o MinC. O estudante já confirmou a sua inscrição no curso de produção gráfica e espera se capacitar para o mercado de trabalho. “Pretendo dominar as ferramentas para produção de meus próprios meios, como blog, home page, etc. Quem sabe, encontro no curso uma possibilidade de trabalhar na área de informática”, conta ele.

Para participar do curso, os interessados precisam entrar em contato com a Casa do Teatro, que irá formalizar a inscrição. As vagas são limitadas.

O curso será ministrado pela educafora popular Alissa Gottfried que tem como principal objetivo formar uma rede de multiplicadores para projetos sócio-culturais, utilizando o software não proprietário.

SOBRE A ENTIDADE – A Casa do Teatro é uma ONG sem finalidades lucrativas, formalizada desde o ano de 1992. É selecionada com Ponto de Cultura por meio do Programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura. Já realizou projetos em parceria com diversas instituições, destacando-se a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), a Itaipu Binacional, entre diversas organizações sociais locais. Possui Declaração de Utilidade Pública Municipal, integra o Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e Adolescentes, o Fórum Paranaense dos Pontos de Cultura e a Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente, colegiado de organizações formado pela Itaipu Binacional, com o objetivo de unificar políticas e programas em favor da infância e da juventude.

Serviço:
Oficina de Produção Gráfica – Sistema Linux
Quando: 03 e 04 de abril (encontro presencial)
Onde: Casa do Teatro
Inscrições gratuitas. Vagas limitadas.

(Casa do Teatro)


Nas ondas da cultura digital
Por Ponto de Cultura Casa do Teatro – Fóz do Iguaçú
Rádio, televisão, jornal e internet. Vivemos num momento de extraordinário desenvolvimento tecnológico que permite inúmeras possibilidades de elaboração e circulação da informação. A internet, por exemplo, que acaba de alcançar vinte anos de existência, tida com um dos meios de comunicação mais democráticos, promoveu mudanças profundas nas formas de produção, armazenamento e difusão de informações, conhecimentos e conteúdos. Mas, a criação do ciberespaço não foi capaz, até aqui, de eliminar todas as diferenças existentes quanto ao acesso e à geração de materiais de comunicação. Desta forma, para a efetiva democratização da informação acontecer, entre outros fatores, é importante que os indivíduos se apropriem do conhecimento técnico necessário para a elaboração e circulação de conteúdos comunicativos. Para contribuir com esse processo, a Casa do Teatro, entidade artística e cultural iguaçuense, irá promover curso gratuito de produção gráfica, visando à iniciação em ferramentas de software livre. A oficina é uma das ações na área de cultura digital organizadas pela instituição e será desenvolvida pelo Pontão de Cultural Digital Minuano, associação sediada em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O Minuano mantém convênio com o Ministério da Cultura, com o objetivo de incentivar o uso de ferramentas de comunicação e produção cultural em software gratuito, dirigidas aos integrantes das entidades do sul do país selecionadas pelo MinC como Pontos de Cultura. A oficina será aplicada na modalidade de ensino semi-presencial e o participante deverá acessar o ambiente virtual do curso, onde estarão armazenados todos os conteúdos e atividades, além e participar da aula presencial, quando monitores do curso virão a Foz do Iguaçu, em dois finais de semanas. Nesta etapa, serão abordados temas como cultura de colaboração, comunicação comunitária, produção cultural, economia solidária, internet e cultura livre. Ministrado pela monitora Alissa Gottfried, o curso tem como principal objetivo formar uma rede de multiplicadores para projetos sócio-culturais, utilizando o software não proprietário. Aluno do ensino médio, David Garcia, 21 anos, utiliza freqüentemente os computadores e a internet disponíveis gratuitamente na Casa do Teatro, adquiridos através de convênio entre a entidade e o MinC. O estudante já confirmou a sua inscrição no curso de produção gráfica e espera se capacitar para o mercado de trabalho. “Pretendo dominar as ferramentas para produção de meus próprios meios, como blog, home page, etc. Quem sabe, encontro no curso uma possibilidade de trabalhar na área de informática”, conta ele. Para participar do curso, os interessados precisam entrar em contato com a Casa do Teatro, que irá formalizar a inscrição. As vagas são limitadas. 

http://www.casadoteatro.org.br/text.php?&n=1039


O virtual e o virtuoso

Enviado em Uncategorized às 9:15 PM por bogler

D`guaú, termo guarani que significa mentira, simulação, conforme ensina o paraguauólogo Hélio Vera. Para nós, fazedores deste blog, D`guaú foi a proposta escolhida para designar este modesto espaço, perdido nos confins da internet.

Nos nomeamos assim para brincar com a verdade e a mentira, o real e o aparente, paradoxos que se aproximam e dialogam, mudam de cores e de formas como camaleões, neste vasto mundo fascinante, complexo e inquietante da virtualidade dos homens.

Este blog é resultado da oficina presencial de cultura digital, promovida pelo Ponto de Cultura Casa do Teatro, de Foz do Iguaçu e desenvolvida pelo Pontão de Cultura Minuano, entidade sediada na gaúcha Porto Alegre. As duas instituições integram o Programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura. O curso, na modalidade semi-presencial, foi aplicado por Alissa Gottfried, monitora de produção gráfica e de comunicação, nos dias 03, 04 e 05 de abril, visando à capacitação de multiplicadores de cultura digital, através do movimento de software livre.

Nosso interesse, ao dispor desta ferramenta coletiva de comunicação, é o de promover o diálogo, estabelecer o contato com o outro, aquele que está lá do outro lado da rede ou aqui pertinho da gente, com o propósito final de fazer valer a vida e afirmar a humanidade do ser.

Link Permanente


http://dguau.wordpress.com/2009/04/04/o-virtual-e-o-virtuoso/

 

O PROJETO CURIOSA’IDADE

Abril 10, 2009 por elisagottfried

PONTINHO ODOMODE
O Projeto surge como uma proposta de aprofundar nossas ações sócio-culturais, artísticas e educacionais no ponto de cultura com as crianças e adolescentes que são atendidas no Odomode. A proposta será mais um instrumento utilizado na formação e resgate dos valores básicos da infância contidos no estatuto da criança e do adolescente.O presente projeto já vem sendo desenvolvido no ponto com as crianças e adolescentes dos bairros jardim Botânico, e através dos griôs do Ponto de Cultura.

TEATRO DE BONECOS ABAYOMI

As bonecas abayomi são um recurso pedagógico interessante para reflexão sobre a pluralidade.
Nas primeiras aulas os participantes aprenderam a técnica, feita com retalhos de tecido de forma
simples, sem costura.  Nessas bonecas e bonecos eles representam pessoas que conhecem ou
imaginadas.  Mais tarde as bonecas farão parte de um jogo social onde as crianças, além de criar
os personagens, imaginam, elaboram e interagem com  a vida comunitária destes personagens.

A ação visa proporcionar a reflexão sobre a participação nos projetos sociais e melhor
entendimento das relações na comunidade e do papel de cada um no seu espaço abayomi prendeu a atenção dos pequenos, que já estão criando bonecos tendo como
referência principalmente na família e em alguns colaboradores do Ponto de Cultura.

p3238151


http://elisagottfried.wordpress.com/2009/04/10/o-projeto-curiosaidade/

 

No Diálogo Interplanetário de Cultura Livre – FSM 2010

Enviado por rodrix, seg, 01/02/2010 – 22:18

26/01 – Que Cultura queremos?

Cara e Señal 11Cheguei no dia 25 de janeiro e armei a minha barraca na escola Ícaro em Canoas. Com o ônibus que chegou de São Paulo, chegou um ônibus do Uruguai e outro da Argentina. Depois peguei o trem para Porto Alegre e fui ver a marcha do Fórum Social Mundial. Havia diversos grupos desde o movimento GLBT a Maristas, desde partidos e sua infinidade bandeiras e sindicatos com seus carros de som tocando axé até grupos anarko punks que naturalmente eram os mais animados ficando ao “sul” da marcha. Destes últimos peguei um panfleto copi-cola-xerox que dizia “Estupro é uma realidade cotidiana”.

Infelizmente não pude estar na abertura do Diálogo Interplanetário de Cultura Livre porque fui me encontrar com Alissa com quem troquei muitas idéias sobre o Partido Pirata e a forma como estávamos nos organizando. Ela me falou da Festa Pirata que organiza e promove a livre circulação cultural. Gostei muito da conversa. Á tarde peguei uma parte do diálogo “Conceito de Cultura livre” no parque de Canoas. Participou o rapper Gog e pessoal da radio livre da Argentina La Tribu que comemorava seus “20 años de amor” além de integrantes do Musica para Baixar, Livreiros independentes da Argentina e Coletivo Epidemia entre outros. Foi apresentado as experiências de cada grupo e principalmente foi discutido o papel do músico como o porta-voz da cultura livre. Fernando e integrantes de O Teatro Mágico contaram sua experiência com as gravadoras e o fato de quando terem usado meios alternativos de distribuição de música que a música deles foi mais ouvida, “quando o contrato foi feito com o público e não com a gravadora” como disse Fernando do O Teatro Mágico. com quem troquei muitas idéias sobre o Partido Pirata e a forma como estávamos nos organizando. Ela me falou da

Os direitos autorais

A segunda parte no dia 26 depois do Diálogo sobre “O conceito de Cultura Livre” teve o diálogo “Limitações dos Direitos Autorais – Direitos do público em acessar livremente os Bens culturais” que achei muito interessante pois tocou diretamente no que está relacionado a legislação de Direitos Autorais e Tratados Internacionais. Pablo Ortellado do Grupo GPOPAI e Coletivo Epidemia fez uma apresentação introdutória muito interessante sobre direitos autorais no Brasil e no mundo e citou a recente diretiva do Ministério da Cultura do Brasil sobre reforma dos Direitos Autorais. Em seguida, o Professor Guilherme Carboni fez uma apresentação sobre a lei de direitos autorais sob o ponto de vista dos tratados internacionais que o Brasil é signatário. Fiquei sabendo que o primeiro tratado internacional sobre Direitos autorais que o Brasil assinou é a Convenção de Berna de 1886 que estabelece um prazo mínimo para a vigência dos direitos autorais em no mínimo 50 anos depois da morte do autor. Isto significa que mesmo uma ampla reforma nos Direitos Autorais no Brasil ficaria atrelada a este prazo mínimo devido a adoção desse tratado. Sobre as Iniciativas do Ministério da Cultura em relação a uma reforma dos Direitos Autorais, falou José Vaz, membro da secretaria executiva do Ministério que estava representando o Ministro da cultura interinamente na ocasião. Ele reafirmou o compromisso do MinC com uma ampla reforma dos direitos autorais (mesmo que o texto da reforma esteja sendo mantido em sigilo). Reafirmou que em breve o texto da reforma será disponibilizado de forma integral para o público.

27/01 – A democratização da Comunicação

De manhã o tema do diálogo era “Processos sociais pela democratização da comunicação – Casos da Argentina e do Brasil”. Bia Barbosa do Intervozes fez uma apresentação sobre a recente Conferência de Comunicação – Confecom que aconteceu em Brasília e a forma como se conseguiu que o evento seja realizado mesmo com o boicote dos grandes meios. Fernando de La Tribu e Agencia PulsarGinga nos meios acadêmicos da Agentina. Se destacou o Ginga como importante ferramenta de inclusão digital e acesso à recursos eletrônicos do Estado – “governo eletrônico”. Falou da recente reforma da Lei de Medios da Argentina que abriu possibilidades para o uso do espectro eletro-magnético de maneira mais equilibrada entre empresas comerciais e organizações sem fins lucrativos. Se falou também da adoção do sistema Brasileiro de TV digital na Argentina que encontrou muito mais campo entre os pesquisadores deste país que do Brasil principalmente no desenvolvimento do sistema de interatividade

A segunda parte do Diálogo foi sobre “Sustentabilidade e novos modelos de negócio – É possível ser um profissional da Cultura livre?” e contou com a participação de Dardo Ceballos (Argentina) da plataforma de música colaborativa Red Panal, Gustavo Anitelli do Música para Baixar e Allan da Rosa (Brasil) do Edições Toró entre outros. Dardo começou apresentando a plataforma colaborativa Red Panal demonstrando como a música é construída por faixas independentes (pistas en Español) e como é possível a formação da música como um resultado final da sobreposição ou mixagem dessas faixas. Explicou que a plataforma Red Panal funciona exatamente como uma comunidade que compartilha essas faixas e também músicas completas construídas a partir dessas faixas. Demonstrou também como uma infinidade músicas e ritmos poderiam ser construídas por um conjunto fechado dessas faixas e a forma colaborativa como a música pode ser construída a partir do Red Panal.

Alan da Edições Toró falou da experiência com a produção de literatura local explicando que isso criou até mesmo novas formas de literatura e movimentos literários como a palavra escrita da “literatura periférica” e suas ligações com a palavra falada do Hip-hop. Falou da forma que produziam e publicavam livros de forma independente e agindo onde o mercado editorial “não alcança”. Citou o caso do escritor Ferrez que adotou uma editora comercial para publicar seus livros apenas pela maior possibilidade de distribuição de suas obras. Sobre isso também falou das dificuldades de distribuição da produção independente.

Em seguida ao diálogo, foram feitos sub-grupos entre os presentes seguindo um critério de afinidade para apresentar experiências em cultura livre. Os grupos foram “Video e software livre”, “Musica”, “Produção editorial” e “Comunicação”. Tive a experiência de acompanhar as apresentações de quem produzia video e do movimento do software livre na Argentina e Uruguai. Conheci como o projeto projeto One laptop per Child está sendo implementado no Uruguai de forma a gerar bastante críticas principalmente ao fundamento do projeto o objetivos. Conheci também o projeto de rede autônoma wireless Buenos Aires Buenos Aires Libre e me interessei bastante. Me senti um pouco despreparado porque não tinha preparado nenhuma apresentação então não falei nada do Partido Pirata daqui. Muita gente veio me perguntar da camiseta e somente expliquei por cima como é e como está sendo o Partido Pirata no Brasil.

28/01 – O Fórum Internacional de Cultura Livre

A noite na Escola Ícaro tivemos uma pequena reunião para nos organizarmos a fim de promover o Fórum Internacional de Cultura Livre em São Paulo e Pablo Ortellado iniciou as discussões indicando as possíveis formas de financiamento para o Evento e data, não me lembro da data correta, mas creio que seja segundo semestre de 2010. Indicou Ministério da Cultura e Sesc como possíveis e bem prováveis apoiadores. Se destacou diversas formas de financiamento e certos princípios que se devem seguir ao aceitar ou pedir financiamento para certas instituições e mesmo do Estado. Destes princípios, a independência quanto a possível influência dos financiadores e a prioridade de alguns financiadores em relação a outros, como por exemplo, o Ministério da Cultura em detrimento de bancos privados. O indicativo de consenso é que definiríamos alguns prazos e se definissem equipes para por exemplo procurar financiamento e escrever um esboço do projeto. Se definiu que a lista “cultura livre” do GPOPAI seria usada para organizar o evento e documentar os trabalhos mantendo um fluxo baixo, sem muitas discussões nessa lista.

“Buenos Materiales”

Consegui bastante material impresso e ótimos panfletos e jornais que falavam das diferentes iniciativas. Entre eles o interessante jornal “Cara e Señal 11” e um prospecto bem interessante sobre a rede Buenos Aires Libre. Consegui também algumas revistas THC e conversei com um argentino sobre liberdade de expressão explicando que no Brasil uma revista dessa não seria possível. Ele me explicou que na Argentina o direito à liberdade de expressão está bastante consolidado.

Depois… Uma noite no Campus Party

Cheguei em casa e deixei a mochila e peguei o metrô para encontrar meus amigos piratas no ultimo dia do Campus party. Troquei uma idéia com o pessoal e saiu algumas propostas interessantes como reformular o fórum. Quando cheguei, o pessoal estava participando do Observatório do Marco Civil e foi interessante constatar que o trabalho que devotamos ao Marco Civil foi bastante significativo considerando o conjunto das contribuições. Me falaram bastante do “Caso chemalle” que já estou cansado de ouvir e me diverti bastante com constatação do óbvio. Nesse ínterim, uma das idéias que propus foi de nós intervirmos de forma mais inteligente nas eleições legislativas de 2010 que é em vez de “lançarmos candidatos”, lançaríamos idéias. Isso funciona de uma maneira muito mais interessante do ponto de vista das garantias que teríamos ao “apoiar” determinado candidato. O projeto funciona mais ou menos como a iniciativa Querido Candidato da associação SOLAR da Argentina. Basicamente criaríamos uma proposta que seria adotada pelos candidatos interessados em nosso apoio (leia-se marketing de graça na internet) e com a condição de não só votar a favor dessa proposta, como apresentá-la na pauta da casa legislativa a que eventualmente faça parte, isso feito com a nossa orientação. Pensei em uma proposta simples que é basicamente UM PONTO (isso para ser fácil de fiscalizar e também cobrar, além de ser mais fácil para o candidato entender). O ponto é a descriminalização da pirataria, ou seja, a supressão do artigo 184 do código penal como um projeto de lei de reforma, que seria eventualmente criado sob nossa orientação. De fato existe muitos argumentos sociais e legais, baseados na constituição, que fazem dessa abordagem penal dos direitos autorais ter uma base fraca na nossa legislação. Isso como o exemplo na ação movida pelo Túlio Vianna ao TJMG. Penso ser esta uma estratégia muito mais digna, politicamente falando, que usar do “mercado de apoio político” de forma despreparada. Neste projeto podemos até mesmo usar o software CC2 para automatizar e criar esta plataforma de apoio a questão. Me lembro que a Toya um dia conversou comigo que os italianos que desenvolveram o CC2 disponibilizariam uma instalação do CC2 em seu servidor para nós traduzirmos e usar o software para um projeto. Bom, esta foi minha idéia e espero desenvolvê-la melhor no futuro com a ajuda de todos.

http://www.partidopirata.org/node/272

7 de Março de 2010,

Feira de Trocas Solidárias em Porto Alegre – RS

(Economia alternativa, pensamento sistêmico, sustentabilidade)

Calor, cores e alegria preencheram a tarde do sábado, dia 20 de fevereiro, em Porto Alegre. Na escadaria da Borges, em frente ao Prédio da Comunidade “Utopia e Luta” o grupo animado encontrou-se para realizar trocas solidárias. O encontro foi motivado pela vontade de proporcionar a vivência de outras perspectivas de consumo e, através da troca direta de produtos materiais e culturais, estimular práticas que valorizem a preservação da natureza e a economia da solidariedade.

As feiras de trocas são praticadas em vários espaços sociais como proposta alternativa de economia popular e solidária. As primeiras aconteceram no Canadá nos anos 1980. Se baseiam em princípios da economia solidária:substituir o lucro e a competição pela cooperação; valorizar o saber e a criatividade humana e não ao capital e sua propriedade; buscar um intercâmbio respeitoso com a natureza.

A pequena feira foi iniciativa de um grupo de amigos e coletivos que compartilham de idéias de preservação, colaboração e criatividade. Entre os grupos que participaram podemos citar a Comunidade Utopia e Luta, Pontos de Cultura, Rede Mocambos, Coletivo de Agroecologia Uvaia, Coletivo Tear Digital, Instituto de Desenvolvimento Social Bravagente As trocas aconteceram de maneira bastante livre e direta, o que pode ser definido também como escambo. O primeiro encontro do grupo foi o princí­pio de uma seqüencia de feiras que está sendo projetada, e já definiu-se o próximo encontro para o dia 10 de abril, no mesmo local. Pensando na ampliação da atividade a divulgação será intensificada para proporcionar a participação de outras pessoas e movimentos sociais. Em Porto Alegre e região já acontecem outras feiras, propostas por diversos movimentos e comunidades, como a Utopia e Luta, a Cooperativa Girassol e outros relacionados ao Fórum Brasileiro de Economia Solidária.

Na oportunidade foi lançado o primeiro livro da Editora Livre Ecoaecoa, o Borboletras. Idealizada por Alissa Gottfried e Felipe Nunes, a edição do livro de poemas é alternativa viável para a circulação de idéias e conhecimentos, possibilitando a distribuição direta e flexível. Também foram distribuí­dos contos e poesias em forma de panfletos e adesivos do projeto Epidemia de Poesia da Revista Guatá, do Paraná.

Algumas feiras de trocas utilizam a moeda social. Nestes casos são estabelecidas comissões que funcionam como coordenação, responsável pela emissão, distribuição e controle da moeda solidária que possibilita aos membros comprar e vender dentro do grupo. O Projeto Colibri, resultante do surgimento dos encontros de vários paí­ses na Rede Latinoamericana de Socioeconomia Solidária, compreende que o uso da moeda social e a busca de sua integração é um instrumento da própria construção democrática da Economia Solidária. No Brasil, exemplo de sucesso é na comunidade da favela Conjunto das Palmeiras, em Fortaleza (CE), onde a Associação dos Moradores criou um banco que faz empréstimos, financia negócios e concede cartão de crédito aos associados como ação para impulsionar o consumo interno e a geração de empreendimentos sociais na comunidade. No I Fórum Social Mundial houve grande procura pela oficina denominada “Economia Popular Solidária e Autogestão” (aproximadamente 1.500 participantes), o que motivou a criação de um GT Nacional com a participação de diversos segmentos: rural, urbano, estudantil, religioso, sindical e de comunicação. Desses debates nasceu o Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) que atua no sentido de integrar as diversas ações de economia solidária em todo o país.

Para mais informações acesse:

http://cirandas.net/;

http://redlases.wordpress.com/

http://www.coopgirasol.com.br/

http://www.fbes.org.br/

Texto: Vania Pierozan Imagens: Vania e Paulo (PC

http://www.guata.com.br/poesiasempre/_1E100219PS_alissa_gottfried_borboletras.html

 


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POESIA SEMPRE
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Felipe Fiorenza & Alissa Gottfried

As poesias abaixo fazem parte do livro “As borboletras estão chegando” foi lançado em fevereiro de 2010, durante a Feira de Troca Solidária, nas escadarias da “Borges”, na cidade de Porto Alegre, RS. Produção da ecoaecoa editora, o livro custa R$ 10,00 e pode ser adquirido através de pedidos pelo e-mail ecoaecoa@gmail.com



Borboletras

As palavra são os conjunto das letra
E dá a l-e-t-r-a
Como uma p-á que l-a-v-r-a
Enquanto vou f-r-a-s-e ando
e as borboletras continuam voando.
Viva o namoro das borboletras!

Felipe Fiorenza & Alissa Gottfried

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Cosmogonia roots:

Pitanga-ta-ta

da língua Samambaiah

Pegasus
Xaxim
Gergilim
Samambaiah
Samambaiaeh
Samambaiaqui
Guata
Guatassara
Samba
Samba-eh
Guatassamba
Sambaqui odomode
Aprende
Apreende
Empreende
Coompreende
AMANITA

Alissa Guatassara

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Sem chance

O galhofar de um avarento
Em seu pequeno mundo não assusta
Rato, verme, qualquer coisa assim.
Mantenha seu coração ao abrigo dos sórdidos
Por fim, a vida majestosa porfia, declara guerra
E a felicidade o faz trastejar:
Sem som
Sem nada pra levar:
É ferro-fogo
Alho-vampiro
Choro-suspiro
Nada mais.

Felipe Fiorenza


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Alissa Gottfried e FelIpe Fiorenza são artivistas culturais em Porto Alegre, RS
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Índice de Poesia Sempre

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notícia em jornal:

A estudante de filosofia na UFRGS Alissa Gottfried, 25 anos, também irá para a Campus Party. Quer aproveitar a conexão de alta velocidade para baixar um software de edição de vídeo em seu laptop e, então, trabalhar as imagens feitas em um galpão de reciclagem, parte do trabalho que realiza em sua bolsa de pesquisa.

Também é a primeira vez que a Campus Party – organizada pela associação espanhola E3 Futura – ocorre fora da Espanha, onde terá este ano sua 12º edição. No Brasil, o evento se adaptou à realidade local, incorporando programação voltada a blogueiros e à música.

( vanessa.nunes@zerohora.com.br )VANESSA NUNES

fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1757152.xml&template=3898.dwt&edition=9249&section=80

Currículo

Dados Pessoais

Nome: Alissa Gottfried

Data de nascimento: 02 de outubro de 1982

Idade: 27 anos

Residência: Porto Alegre – RS

Telefone: (51) 9100 4945

E-mail: alissa@softwarelivre.org

Educadora Popular Conectiva

Atualmente integro o coletivo I-Motirõ/Rio ministrando cursos arte gráfica em software livre em eventos, ONG´s e Pontos de Cultura pelo Brasil, desenvolvo o projeto de produção literária com metareciclagem. Licencianda em Artes Visuais na UFRGS 3º semestre e pesquiso metarte na Casa Brasil de Porto Alegre.

Objetivos

Potencializar a atuação cidadã através da arte social, empreendendo projetos socioculturais pela formação permanente em Educação Popular e difusão da Cultura Popular.

Experiências Profissionais

2010: Curso GIMP e BrOffice e Educação Popular no Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo durante o mês de janeiro.

2009: Mediadora da 7ª Bienal do Mercosul na mostra mais ligada a novas mídias e tecnologia chamada Projetáveis no Santander,


2009: Publicação de Artigo sobre o Movimento Software Livre na Revista virtual Cultural de Fóz do Iguaçú Guatá: (http://www.guata.com.br/) e na revista impressa Escrita.


2009: Liderei o grupo de usuário Grupo de Comunicação Comunitária de Porto Alegre no fisl 10.


2009: Oficina de arte gráfica em software livre na semana acadêmica do IA/UFRGS (http://iaweblivre.blogspot.com/);


2009: Cobertura da conferência livre da zona noroeste e formadora do grupo de comunicação comunitária de Porto Alegre com o Fórum de Segurança e jornalistas comunitários do Morro da Cruz (fjsnoroeste.wordpress.com);


2009: Educadora de produção literária do Pontinho de Cultura Curiosa’Idade\Ponto de cultura Odomode (http://sites.google.com/site/griosdosul/producao-literaria-com-metareciclagem-1);


2009: Ministrei o Mini-curso de GIMP no I Fórum de Tecnologia em Software livre organizado pelo SERPRO em Porto Alegre (https://www.pae.softwarelivre.serpro.gov.br/2008/mini-cursos/ferramentas-graficas-inkscape-e-gimp).


2009: Ministrei curso de Arte Gráfica com software livre e web no Encontro da Cultura Digital Região Sul em Rio do Sul/SC (https://ecoaecoa.wordpress.com/2009/06/16/oficina-de-web-estimula-a-criatividade/);


2008-2009: Educadora Popular Conectiva do Pontão de Cultura Digital Minuano (minuano.org) com o curso de arte gráfica e educomunicação com software livre (http://minuano.org/?q=node/429) e notícia publicado no site do SindBancários sobre o trabalho no Projeto reciclando máquinas doadas para as oficinas do Minuano (http://www.sindbancarios.org.br/site2007/cms/php/site_monta_internas.php?id=5991&tabela=site_noticias);


2008: Educadora da Descentralização da Cultura da Prefeitura de Porto Alegre com oficina de produção literária no galpão de reciclagem (CEA) da Vila Pinto no bairro Bom Jesus;


2008: Oficinas de produção de livros e brinquedos com materiais recicláveis com as crianças que moram na Ocupação ksa Rosa em Porto Alegre;


2008: Qualificação em Educação Popular ministrado pelo FERES (focando na temática Educomunicação) http://rpgcomunativo.wordpress.com/nossa-casa-e-a-restinga/;


2008: Comunicadora da Rádio poste com o FERES na II Festa da Biodiversidade em Porto Alegre;


2007-2008: Bolsa de Pesquisa sobre educação popular e autonomia no Galpão de Reciclagem Ecológica Rubem Berta orientada pelo professor da UFRGS Nilton Bueno Fischer; com oficinas de teatro, foto, vídeo, música e arte; voltadas à reflexão crítica, oferecidas aos filhos dos associados

do galpão de reciclagem Rubem Berta (http://www.youtube.com/watch?v=4i9SJBYyzh4);


2007: Participação no projeto de Permacultura Urbana pelo coletivo de artistas JAMAC (Criado pela Artista Mônica Nador) na restauração da Praça Benemérito Brás, no Centro de São Paulo do dia 08/7 à 30/9 de 2007 (http://www.basurama.org/b07_bras_madrid.htm);


2007: Projeto de animação na oficina de vídeo em Santarém no I Encontro de Gênero e tecnologia da Cultura Digital (http://www.youtube.com/watch?v=8WawcNZx0Js);


2007: Monitora na exposição sobre a Escola Superior da Forma de Ulm pelo Instituto Goethe;


2007: Coordenadora pedagógica de projetos e Projetista do curso de Informática e cidadania na ONG Núcleo Comunitário e Cultural Belém Novo (extremo sul de PoA);


2007: Bolsista do Programa Escola Aberta pela UFRGS e UNESCO como oficineira de Foto Pinhole e PRODUÇÃO LITERÁRIA nas periferias de Porto Alegre e São Leopoldo;


2006-2007: Educadora Social na ONG Núcleo Comunitário e Cultural de Belém Novo;

2006: Cadastramento de livros no site do Sebo Virtual Traça;

2005: Monitoramento de roteiros de obras de arte para escolas e público em geral na 5ª  Bienal de Artes Visuais do Mercosul;

2005: Bolsista da UFRGS na Unidade de Educação Básica e Profissional, na Creche da UFRGS;

2005: Projetista voluntária na ONG CEDEL com o projeto de educação ambiental Semearte em Porto Alegre.

2004: Assistente de produção em obra artístico-social no projeto Imagética com Monica Nador na Vila das Torres (periferia de Curitiba).

2004: Monitora no laboratório de informática do IFCH (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFRGS);

2002: Iluminação e assistente de produção em trabalhos fotográficos. — São Leopoldo;

2000: Monitora de terapia ocupacional no ROTARY CLUB – São Borja, como voluntária;

1999: Trabalhos com arte e criatividade no albergue Criança Feliz – São Borja, como voluntária;

1997: Filmagens de eventos na empresa de publicidade Gott Mídia – São Borja.

Cursos e participação em eventos:

2010: Fórum Social Mundial

2009: II Encontro da Rede Mocambos em Campinas na Casa Tainã onde atuei junto a equipe documentação com arte gráfica e vídeo com software livre.

2009: 1a Conferência Web W3C Brasil

2009: Fórum Nacional de Cultura Digital em São Paulo onde fui representando a Cultura Digital Sul, com tudo pago pelo MinC.

2009: Latinoware em Fóz do Iguaçú onde participei da maratona de robótica livre.

2009: Curso de Formação de Mediadores (7ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul);

2009: Squeakfest Porto Alegre.

2009: fisl 10 (Fórum Internacional de Software Livre);

2009: Artes visuais (Licenciatura) IA/UFRGS – 3º semestre (em andamento);

2009: Curso de Jornalismo cidadão pelo Pontão de Cultura Ganesha.

2009: Campus Party 2009 São Paulo.

2008: Conclui o curso de Educação Popular do FERES/UFRGS que foi ministrado durante 8 meses na FACED/UFRGS.

2008: Oficinas de web para expositores da X Feira Estadual da Economia Solidária em Porto Alegre.

2008: Latinoware (Fórum Latino de tecnologia) participei do Mini-curso Direção de Arte Fedora.

2008: Fórum Livre da Juventude na Restinga, participação na temática Produção Cultural;

2008: Oficina de Cinelerra ministrada pelo Pontão Circo Voador, depois do fisl 9.0;

2008: 9º Fórum Internacional de Software Livre (fisl 9.0);

2008: Participei do primeiro Campus Party em São Paulo (http://zerohora.clicrbs.com.br/);

2007: I Encontro sobre Gênero e Tecnologia organizado pela equipe do projeto Cultura Digital, ONG Saúde e Alegria e Projeto Puraquê em Santarém – PA;

2007: 8º Fórum internacional de Software Livre (fisl 8.0);

2007: 1º Barcamp de Porto Alegre;

2007: Curso de Formação de Mediadores (6ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul);

2007: Formação Oficineiro do Programa Escola Aberta (UFRGS);

2006: Formação Educador Social (Fundação Pensamento Digital);

2006: Especialista em Photoshop CS2 (Alfamídia UNISINOS);

2005: Curso de Formação de Mediadores (5ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul);

2004 – 2006: Fundamentação em Antroposofia com ênfase em Pedagogia Waldorf (Sociedade Antroposófica de Porto Alegre);

2003-2007: Filosofia (licenciatura) na UFRGS – até 6° semestre (ênfase em Filosofia Social);

2010

Durante o evento Como integrande do coletivo I-Motirõ desenvolvo o curso de cultura digital e multimídia do projeto Mapas Cognitivos na Escola Estadual Yonne de
Freitas e Nova Iguaçú / RJ.
 

Concepção da Editora Libertária Ecoaecoa


http://www.guata.com.br/poesiasempre/_1E100219PS_alissa_gottfried_borboletras.html

 


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POESIA SEMPRE
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Felipe Fiorenza & Alissa Gottfried

As poesias abaixo fazem parte do livro “As borboletras estão chegando” foi lançado em fevereiro de 2010, durante a Feira de Troca Solidária, nas escadarias da “Borges”, na cidade de Porto Alegre, RS. Produção da ecoaecoa editora, o livro custa R$ 10,00 e pode ser adquirido através de pedidos pelo e-mail ecoaecoa@gmail.com



Borboletras

As palavra são os conjunto das letra
E dá a l-e-t-r-a
Como uma p-á que l-a-v-r-a
Enquanto vou f-r-a-s-e ando
e as borboletras continuam voando.
Viva o namoro das borboletras!

Felipe Fiorenza & Alissa Gottfried

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Cosmogonia roots:

Pitanga-ta-ta

da língua Samambaiah

Pegasus
Xaxim
Gergilim
Samambaiah
Samambaiaeh
Samambaiaqui
Guata
Guatassara
Samba
Samba-eh
Guatassamba
Sambaqui odomode
Aprende
Apreende
Empreende
Coompreende
AMANITA

Alissa Guatassara

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Sem chance

O galhofar de um avarento
Em seu pequeno mundo não assusta
Rato, verme, qualquer coisa assim.
Mantenha seu coração ao abrigo dos sórdidos
Por fim, a vida majestosa porfia, declara guerra
E a felicidade o faz trastejar:
Sem som
Sem nada pra levar:
É ferro-fogo
Alho-vampiro
Choro-suspiro
Nada mais.

Felipe Fiorenza


___________________________________________

Alissa Gottfried e FelIpe Fiorenza são artivistas culturais em Porto Alegre, RS
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Índice de Poesia Sempre

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Fotos:

http://picasaweb.google.com.br/liberteaescola/EditoraLibertariaEcoaecoa#

Blogs:

meus blogs de produção literária:
http://vincularte.blogspot.com/
http://ecoaecoa.blogspot.com/

No Diálogo Interplanetário de Cultura Livre – FSM 2010

Enviado por rodrix, seg, 01/02/2010 – 22:18
em 

26/01 – Que Cultura queremos?

Cara e Señal 11

Cheguei no dia 25 de janeiro e armei a minha barraca na escola Ícaro em Canoas. Com o ônibus que chegou de São Paulo, chegou um ônibus do Uruguai e outro da Argentina. Depois peguei o trem para Porto Alegre e fui ver a marcha do Fórum Social Mundial. Havia diversos grupos desde o movimento GLBT a Maristas, desde partidos e sua infinidade bandeiras e sindicatos com seus carros de som tocando axé até grupos anarko punks que naturalmente eram os mais animados ficando ao “sul” da marcha. Destes últimos peguei um panfleto copi-cola-xerox que dizia “Estupro é uma realidade cotidiana”.

Infelizmente não pude estar na abertura do Diálogo Interplanetário de Cultura Livre porque fui me encontrar com Alissa com quem troquei muitas idéias sobre o Partido Pirata e a forma como estávamos nos organizando. Ela me falou da Festa Pirata que organiza e promove a livre circulação cultural. Gostei muito da conversa. Á tarde peguei uma parte do diálogo “Conceito de Cultura livre” no parque de Canoas. Participou o rapper Gog e pessoal da radio livre da Argentina La Tribu que comemorava seus “20 años de amor” além de integrantes do Musica para Baixar, Livreiros independentes da Argentina e Coletivo Epidemia entre outros. Foi apresentado as experiências de cada grupo e principalmente foi discutido o papel do músico como o porta-voz da cultura livre. Fernando e integrantes de O Teatro Mágico contaram sua experiência com as gravadoras e o fato de quando terem usado meios alternativos de distribuição de música que a música deles foi mais ouvida, “quando o contrato foi feito com o público e não com a gravadora” como disse Fernando do O Teatro Mágico. com quem troquei muitas idéias sobre o Partido Pirata e a forma como estávamos nos organizando. Ela me falou da

Os direitos autorais

A segunda parte no dia 26 depois do Diálogo sobre “O conceito de Cultura Livre” teve o diálogo “Limitações dos Direitos Autorais – Direitos do público em acessar livremente os Bens culturais” que achei muito interessante pois tocou diretamente no que está relacionado a legislação de Direitos Autorais e Tratados Internacionais. Pablo Ortellado do Grupo GPOPAI e Coletivo Epidemia fez uma apresentação introdutória muito interessante sobre direitos autorais no Brasil e no mundo e citou a recente diretiva do Ministério da Cultura do Brasil sobre reforma dos Direitos Autorais. Em seguida, o Professor Guilherme Carboni fez uma apresentação sobre a lei de direitos autorais sob o ponto de vista dos tratados internacionais que o Brasil é signatário. Fiquei sabendo que o primeiro tratado internacional sobre Direitos autorais que o Brasil assinou é a Convenção de Berna de 1886 que estabelece um prazo mínimo para a vigência dos direitos autorais em no mínimo 50 anos depois da morte do autor. Isto significa que mesmo uma ampla reforma nos Direitos Autorais no Brasil ficaria atrelada a este prazo mínimo devido a adoção desse tratado. Sobre as Iniciativas do Ministério da Cultura em relação a uma reforma dos Direitos Autorais, falou José Vaz, membro da secretaria executiva do Ministério que estava representando o Ministro da cultura interinamente na ocasião. Ele reafirmou o compromisso do MinC com uma ampla reforma dos direitos autorais (mesmo que o texto da reforma esteja sendo mantido em sigilo). Reafirmou que em breve o texto da reforma será disponibilizado de forma integral para o público.

27/01 – A democratização da Comunicação

De manhã o tema do diálogo era “Processos sociais pela democratização da comunicação – Casos da Argentina e do Brasil”. Bia Barbosa do Intervozes fez uma apresentação sobre a recente Conferência de Comunicação – Confecom que aconteceu em Brasília e a forma como se conseguiu que o evento seja realizado mesmo com o boicote dos grandes meios. Fernando de La Tribu e Agencia PulsarGinga nos meios acadêmicos da Agentina. Se destacou o Ginga como importante ferramenta de inclusão digital e acesso à recursos eletrônicos do Estado – “governo eletrônico”. Falou da recente reforma da Lei de Medios da Argentina que abriu possibilidades para o uso do espectro eletro-magnético de maneira mais equilibrada entre empresas comerciais e organizações sem fins lucrativos. Se falou também da adoção do sistema Brasileiro de TV digital na Argentina que encontrou muito mais campo entre os pesquisadores deste país que do Brasil principalmente no desenvolvimento do sistema de interatividade

A segunda parte do Diálogo foi sobre “Sustentabilidade e novos modelos de negócio – É possível ser um profissional da Cultura livre?” e contou com a participação de Dardo Ceballos (Argentina) da plataforma de música colaborativa Red Panal, Gustavo Anitelli do Música para Baixar e Allan da Rosa (Brasil) do Edições Toró entre outros. Dardo começou apresentando a plataforma colaborativa Red Panal demonstrando como a música é construída por faixas independentes (pistas en Español) e como é possível a formação da música como um resultado final da sobreposição ou mixagem dessas faixas. Explicou que a plataforma Red Panal funciona exatamente como uma comunidade que compartilha essas faixas e também músicas completas construídas a partir dessas faixas. Demonstrou também como uma infinidade músicas e ritmos poderiam ser construídas por um conjunto fechado dessas faixas e a forma colaborativa como a música pode ser construída a partir do Red Panal.

Alan da Edições Toró falou da experiência com a produção de literatura local explicando que isso criou até mesmo novas formas de literatura e movimentos literários como a palavra escrita da “literatura periférica” e suas ligações com a palavra falada do Hip-hop. Falou da forma que produziam e publicavam livros de forma independente e agindo onde o mercado editorial “não alcança”. Citou o caso do escritor Ferrez que adotou uma editora comercial para publicar seus livros apenas pela maior possibilidade de distribuição de suas obras. Sobre isso também falou das dificuldades de distribuição da produção independente.

Em seguida ao diálogo, foram feitos sub-grupos entre os presentes seguindo um critério de afinidade para apresentar experiências em cultura livre. Os grupos foram “Video e software livre”, “Musica”, “Produção editorial” e “Comunicação”. Tive a experiência de acompanhar as apresentações de quem produzia video e do movimento do software livre na Argentina e Uruguai. Conheci como o projeto projeto One laptop per Child está sendo implementado no Uruguai de forma a gerar bastante críticas principalmente ao fundamento do projeto o objetivos. Conheci também o projeto de rede autônoma wireless Buenos Aires Buenos Aires Libre e me interessei bastante. Me senti um pouco despreparado porque não tinha preparado nenhuma apresentação então não falei nada do Partido Pirata daqui. Muita gente veio me perguntar da camiseta e somente expliquei por cima como é e como está sendo o Partido Pirata no Brasil.

28/01 – O Fórum Internacional de Cultura Livre

A noite na Escola Ícaro tivemos uma pequena reunião para nos organizarmos a fim de promover o Fórum Internacional de Cultura Livre em São Paulo e Pablo Ortellado iniciou as discussões indicando as possíveis formas de financiamento para o Evento e data, não me lembro da data correta, mas creio que seja segundo semestre de 2010. Indicou Ministério da Cultura e Sesc como possíveis e bem prováveis apoiadores. Se destacou diversas formas de financiamento e certos princípios que se devem seguir ao aceitar ou pedir financiamento para certas instituições e mesmo do Estado. Destes princípios, a independência quanto a possível influência dos financiadores e a prioridade de alguns financiadores em relação a outros, como por exemplo, o Ministério da Cultura em detrimento de bancos privados. O indicativo de consenso é que definiríamos alguns prazos e se definissem equipes para por exemplo procurar financiamento e escrever um esboço do projeto. Se definiu que a lista “cultura livre” do GPOPAI seria usada para organizar o evento e documentar os trabalhos mantendo um fluxo baixo, sem muitas discussões nessa lista.

“Buenos Materiales”

Consegui bastante material impresso e ótimos panfletos e jornais que falavam das diferentes iniciativas. Entre eles o interessante jornal “Cara e Señal 11” e um prospecto bem interessante sobre a rede Buenos Aires Libre. Consegui também algumas revistas THC e conversei com um argentino sobre liberdade de expressão explicando que no Brasil uma revista dessa não seria possível. Ele me explicou que na Argentina o direito à liberdade de expressão está bastante consolidado.

Depois… Uma noite no Campus Party

Cheguei em casa e deixei a mochila e peguei o metrô para encontrar meus amigos piratas no ultimo dia do Campus party. Troquei uma idéia com o pessoal e saiu algumas propostas interessantes como reformular o fórum. Quando cheguei, o pessoal estava participando do Observatório do Marco Civil e foi interessante constatar que o trabalho que devotamos ao Marco Civil foi bastante significativo considerando o conjunto das contribuições. Me falaram bastante do “Caso chemalle” que já estou cansado de ouvir e me diverti bastante com constatação do óbvio. Nesse ínterim, uma das idéias que propus foi de nós intervirmos de forma mais inteligente nas eleições legislativas de 2010 que é em vez de “lançarmos candidatos”, lançaríamos idéias. Isso funciona de uma maneira muito mais interessante do ponto de vista das garantias que teríamos ao “apoiar” determinado candidato. O projeto funciona mais ou menos como a iniciativa Querido Candidato da associação SOLAR da Argentina. Basicamente criaríamos uma proposta que seria adotada pelos candidatos interessados em nosso apoio (leia-se marketing de graça na internet) e com a condição de não só votar a favor dessa proposta, como apresentá-la na pauta da casa legislativa a que eventualmente faça parte, isso feito com a nossa orientação. Pensei em uma proposta simples que é basicamente UM PONTO (isso para ser fácil de fiscalizar e também cobrar, além de ser mais fácil para o candidato entender). O ponto é a descriminalização da pirataria, ou seja, a supressão do artigo 184 do código penal como um projeto de lei de reforma, que seria eventualmente criado sob nossa orientação. De fato existe muitos argumentos sociais e legais, baseados na constituição, que fazem dessa abordagem penal dos direitos autorais ter uma base fraca na nossa legislação. Isso como o exemplo na ação movida pelo Túlio Vianna ao TJMG. Penso ser esta uma estratégia muito mais digna, politicamente falando, que usar do “mercado de apoio político” de forma despreparada. Neste projeto podemos até mesmo usar o software CC2 para automatizar e criar esta plataforma de apoio a questão. Me lembro que a Toya um dia conversou comigo que os italianos que desenvolveram o CC2 disponibilizariam uma instalação do CC2 em seu servidor para nós traduzirmos e usar o software para um projeto. Bom, esta foi minha idéia e espero desenvolvê-la melhor no futuro com a ajuda de todos.

http://www.partidopirata.org/node/272


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